Di­as Lou­rei­ro diz-se “es­tar­re­ci­do e pre­o­cu­pa­do” com ar­qui­va­men­to de pro­ces­so por­que gos­ta­va mui­to de ser jul­ga­do, con­de­na­do e pre­so

Publico - Inimigo - - PRIMEIRA PÀGINA -

O Mi­nis­té­rio Pú­bli­co de­ci­diu não acu­sar Di­as Lou­rei­ro e Oli­vei­ra e Cos­ta pe­los cri­mes de bur­la qua­li­fi­ca­da, bran­que­a­men­to e frau­de fis­cal qua­li­fi­ca­da, no âm­bi­to de um pro­ces­so da SLN e BPN, as si­glas que pas­sa­ram a ser si­nó­ni­mos de fal­ta de ver­go­nha na ca­ra e im­pu­ni­da­de. Em de­cla­ra­ções ao DN, Di­as Lou­rei­ro (es­se mes­mo, o das quei­ja­ri­as inau­gu­ra­das por Pas­sos Coe- lho) ma­ni­fes­tou-se “es­tar­re­ci­do e pre­o­cu­pa­do. É um ar­qui­va­men­to com in­si­nu­a­ções, co­mo se eu não fos­se uma pes­soa sé­ria e idó­nea, um Ri­car­do Sal­ga­do com bi­go­de. Pre­fe­ria ter si­do jul­ga­do, con­de­na­do e pre­so por­que era a me­lhor for­ma de pro­var que es­tou ino­cen­te, ex­pli­cou-me o Isal­ti­no Mo­rais há pou­co por SMS”, afir­ma Lou­rei­ro. MB

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