Fe­mi­nis­tas re­vol­ta­das com tan­tos ho­mens nus na pu­bli­ci­da­de pe­dem mais opor­tu­ni­da­des pa­ra as mu­lhe­res apa­re­ce­rem nu­as nos anún­ci­os

Publico - Inimigo - - O INIMIGO PÚBLICO -

O anún­cio do cre­me de ori­gem ve­ge­tal da Plan­ta com um ra­paz em tron­co nu já es­tá a cau­sar po­lé­mi­ca. Vá­ri­as mu­lhe­res já es­tão a cri­ti­car o mo­no­pó­lio da nu­dez na pu­bli­ci­da­de por par­te do se­xo mas­cu­li­no e pe­dem mais opor­tu­ni­da­des pa­ra as mu­lhe­res. “Es­te mun­do ma­chis­ta da pu­bli­ci­da­de co­lo­ca sem­pre a mu­lher to­da ves­ti­da, a fa­di­nha do lar, a mãe, a se­nho­ra bem com­por­ta­da. Já o ho­mem apa­re­ce to­do nu, ob­je­to se­xu­al, usa­do pa­ra me­ro pra­zer. Mas que ver­go­nha é es­ta? Uma mu­lher tem de ser três ve­zes mais sen­su­al que o ho­mem pa­ra ter as mes­mas opor­tu­ni­da­des de tra­ba­lho! Me­tam o anún­cio de uma mar­ga­ri­na com a mu­lher des­pi­da e to­da pu­to­na de qua­tro e fa­çam uma alu­são se­xis­ta, um tro­ca­di­lho se­xu­al ou uma coi­sa por­qui­nha com du­plo sen­ti­do, se faz fa­vor!”, exi­giu a fe­mi­nis­ta. JH

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