Jor­nal in­glês ele­ge sa­ram­po de Lis­boa o ví­rus mais bo­ni­to do mun­do

Publico - Inimigo - - TROPICALISMO -

De­pois de Lis­boa co­mo ci­da­de de tu­ris­mo, la­zer, surf e de star­tups, a im­pren­sa es­tran­gei­ra co­me­ça ago­ra a es­tar pe­lo bei­ci­nho pe­los agen­tes in­fec­ci­o­sos da ca­pi­tal do “co­ol”. Os jor­na­lis­tas da Mo­no­cle e do The Gu­ar­di­an vi­si­ta­ram Por­tu­gal e fi­ca­ram ma­ra­vi­lha­dos com o sa­ram­po de Lis­boa. “As pes­so­as de Lis­boa têm uma for­ma de tos­sir e de es­pir­rar que é mui­to mais so­fis­ti­ca­da que nou­tras ci­da­des. E foi as­sim que eu fi­quei con­ta­mi­na­do pe­lo ví­rus mais es­pec­ta­cu­lar de sem­pre. O sa­ram­po de Lis­boa é um ví­rus com uma mem­bra­na li­pí­di­ca ex­ter­na com um de­sign fas­ci­nan­te. A cé­lu­la gi­gan­te sin­ci­ci­al re­sul­tan­te da fu­são de cé­lu­las in­fec­ta­das pe­lo ví­rus do sa­ram­po de Lis­boa é cheia de vi­da, de cor, de po­e­sia, de ener­gia po­si­ti­va. A luz do sa­ram­po, meu Deus, que luz! As man­chas na pe­le têm um sen­ti­do es­té­ti­co, aqui­lo pa­re­ce ar­te de­se­nha­da pe­lo Vhils. E se ca­lhar foi mes­mo ele. O sa­ram­po de Ber­lim, Bar­ce­lo­na, Pa­ris e Lon­dres é tris­te e abor­re­ci­do. Um ami­go meu acon­se­lhou-me a ru­béo­la de Lis­boa, que tam­bém é es­pec­ta­cu­lar, mas ain­da não ti­ve tem­po pa­ra ex­pe­ri­men­tar. Fi­ca pa­ra a pró­xi­ma”, re­ve­la­va um jor­na­lis­ta na ca­ma do hos­pi­tal já qua­se a fa­le­cer. JH que não são as­sim tão gi­ras e que usam car­ra­das de efei­tos e fil­tros, pes­so­as que gos­tam de mos­trar que têm um ní­vel de vi­da ele­va­do mas que na re­a­li­da­de ga­nham me­nos de mil eu­ros por mês e pos­tam du­ran­te anos fotos da mes­ma vi­a­gem. Es­tas pes­so­as vão fi­car no fim do fe­ed ou se­rão mes­mo apa­ga­das. O Ins­ta­gram cor­re o ris­co de fi­car va­zio co­mo o Go­o­gle +, mas que­re­mos ser mais cre­dí­veis”, ad­mi­tiu o CEO da re­de so­ci­al. JH

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