Bom­bei­ros mais jo­vens quei­xam-se que o SIRESP nem se­quer dá pa­ra en­vi­ar emo­jis

Publico - Inimigo - - ARTE OCULTA - JH

Co­me­ça a ser ca­da vez mais evi­den­te que a re­de de co­mu­ni­ca­ções de emer­gên­cia do Es­ta­do não tem um fun­ci­o­na­men­to e caz em si­tu­a­ções mais exi­gen­tes. Pa­ra além da fal­ta de co­ber­tu­ra da re­de em mui­tas zo­nas do país, a par­ce­ria pú­bli­co-pri­va­da mais no­jen­ti­nha do cen­trão tem mui­tas ou­tras fa­lhas téc­ni­cas e é uma pla­ta­for­ma mui­to an­ti­qua­da e sem cer­tas fun­ci­o­na­li­da­des que são fun­da­men­tais na so­ci­e­da­de das re­des so­ci­ais. Os bom­bei­ros mais jo­vens de­ses­pe­ram e mui­tos che­gam mes­mo a aban­do­nar a pro ssão. “O SIRESP não tem to­ques xes pa­ra uma pes­soa es­co­lher, é sem­pre o mes­mo to­que de­mo­dé sem­pre que há uma emer­gên­cia. Nem dá von­ta­de de aten­der aque­la por­ca­ria. Fal­ta tu­do! Não dá pa­ra co­lo­car uma fo­to no am­bi­en­te de tra­ba­lho, não dá pa­ra fa­zer aque­les ví­de­os en­gra­ça­dos das sto­ri­es com a lín­gua de fo­ra e ore­lhas de cão pa­ra en­vi­ar pa­ra os nos­sos co­le­gas dos ou­tros quar­téis, não tem ltros pa­ra as fo­tos, não dá pa­ra co­lo­car os co­ra­ções nos ma­mi­los pa­ra os nu­des e nem se­quer dá pa­ra aca­bar as fra­ses com uma por­ca­ria de um smi­le a rir ou aque­le do có­có­zi­nho que eu gos­to tan­to. Ve­jam lá is­so”, quei­xou-se uma jo­vem bom­bei­ra.

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