Proi­bi­ção de pa­ga­men­tos em di­nhei­ro aci­ma de 3 mil eu­ros obri­ga tra can­tes a en­co­men­dar ape­nas 2999 eu­ros de dro­ga de ca­da vez

Publico - Inimigo - - É PRO MENINO E PRA MENINA -

Aca­bou-se: os pa­ga­men­tos em no­tas e mo­e­das de um cên­ti­mo aci­ma de 3000 eu­ros pas­sa­ram a ser ile­gais. Es­ta me­di­da po­de co­lo­car em cau­sa es­se gran­de mo­tor do PIB que é a eco­no­mia pa­ra­le­la. Os tra can­tes de ar­mas, por exem­plo vêem a sua vida mui­to li­mi­ta­da por­que há pou­co ma­te­ri­al mi­li­tar rou­ba­do em Tan­cos que pos­sam ven­der abai­xo das três mi­le­nas. Os tra can­tes de dro­ga tam­bém cri­ti­ca­ram a me­di­da: a par­tir de ago­ra, só po­dem fa­zer de­sem­bar­car nas prai­as do Al­gar­ve e Alen­te­jo es­tu­pe­fa­ci­en­tes no va­lor de 2999 eu­ros, um sa­qui­nho que ca­be no bol­so, o que vai en­ca­re­cer o trans­por­te. “O go­ver­no de­via apoi­ar quem pu­xa pe­los 2,8% em vez de azu­cri­nar o pessoal com bu­ro­cra­ci­as que só nos li­xam a vida. Ain­da on­tem, um cu­nha­do meu que faz con­tra­ban­do de ta­ba­co pas­sou a fron­tei­ra com meia-dú­zia de ma­ços pa­ra não ser apanhado por es­ta nova re­gra. An­dou mal, o mi­nis­tro Cen­te­no”, con­si­de­ra um ope­ra­dor le­sa­do que pre­fe­riu man­ter o ano­ni­ma­to. MB

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