Inqué­ri­to: mai­o­ria dos ta­xis­tas por­tu­gue­ses que são re­tor­na­dos gostaria de ter vo­ta­do em Oli­vei­ra Sa­la­zar nas eleições an­go­la­nas

Publico - Inimigo - - É PRO MENINO E PRA MENINA -

As eleições ge­rais re­a­li­za­ram-se em Angola na quar­ta-fei­ra e o IP aus­cul­tou vá­ri­os ta­xis­tas por­tu­gue­ses nas­ci­dos na antiga co­ló­nia na­ci­o­nal, ten­do con­cluí­do à bo­ca das ur­nas que, se pu­des­sem vo­tar no país on­de nas­ce­ram, es­co­lhe­ri­am o dou­tor An­tó­nio Oli­vei­ra Sa­la­zar, mes­mo que fos­se co­nhe­ci­do em Angola mais po­pu­lar­men­te como “ge­ne­ral Tó­li­za”. Os ta­xis­tas re­tor­na­dos não se im­por­ta­vam tam­bém de vo­tar no dou­tor Mar­ce­lo Caetano ou no ge­ne­ral Spí­no­la, que “dei­xou Angola com uma mão atrás e ou­tra à fren­te e até dei­xou lá uma me­ta­de dos ócu­los e veio só com a ou­tra no olho”. Al­guns ex-ta­xis­tas re­tor­na­dos mais es­cla­re­ci­dos já ul­tra­pas­sa­ram ve­lhas má­go­as e, se ti­ves­sem vo­ta­do nas eleições an­go­la­nas de quar­ta-fei­ra, o es­co­lhi­do se­ria o Nuno Rogeiro. VE

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