OE 2018: In­di­ví­duo que ado­ra ba­ta­tas fri­tas e pas­sa recibos ver­des de­ci­de emi­grar

Publico - Inimigo - - ESCUTAS -

De­pois da va­ga de emi­gra­ção no tem­po de Pas­sos Co­e­lho e da “troi­ka”, o Or­ça­men­to de Es­ta­do de 2018 po­de­rá dar um no­vo im­pul­so à saí­da de por­tu­gue­ses. Os tra­ba­lha­do­res in­de­pen­den­tes sen­tem-se ata­ca­dos por Mário Cen­te­no, mas a go­ta de água te­rá si­do a no­va ta­xa de pro­du­tos ali­men­ta­res. O ano pas­sa­do não emi­grei por­que o go­ver­no só ta­xou o açú­car e eu não sou mui­to de re­fri­ge­ran­tes. Es­te ano eles vão ata­car o sal das ba­ta­tas fri­tas e das bo­la­chas e co­lo­car a carga scal dos recibos ver­des a um ní­vel in­su­por­tá­vel. Não dá mais pa­ra vi­ver em Por­tu­gal. Eu sou o Fer­nan­do Tor­do da Ge­rin­gon­ça. Vou emi­grar pa­ra um país on­de os recibos ver­des pa­gam 15% de IRS, a se­gu­ran­ça so­ci­al não é mais de 100 eu­ros por mês e as ba­ta­tas fri­tas não pa­gam im­pos­to do sal. Adeus, cho­ra­va um re­ci­bo ver­de en­quan­to co­mia um pa­co­te de Lays

duty free no ae­ro­por­to da Por­te­la. JH

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