In­di­ví­duo “hips­ter” abriu uma em­pre­sa e não uma star­tup

Publico - Inimigo - - CANTINHO DA ERC - JH

Em se­ma­na de Web Sum­mit, o em­pre­en­de­do­ris­mo e as no­vas tec­no­lo­gi­as es­tão ca­da vez mais na mo­da em Por­tu­gal e quem não tem uma star­tup sen­te-se ca­da vez mais ex­cluí­do pe­la sociedade. Mas os hips­ters da tec­no­lo­gia es­tão aí tam­bém na bus­ca de al­go que os di­fe­ren­cie da ma­na­da nerd mains­tre­am. “Eu abri uma em­pre­sa, não cri­ei uma star­tup. É uma em­pre­sa a sé­rio. Não é na­da co­ol. Fui ao Re­gis­to Co­mer­ci­al, pa­guei cen­te­nas de eu­ros e cri­ei uma sociedade. E ago­ra te­nho uma pipa de mas­sa pa­ra pa­gar em im­pos­tos in­de­pen­den­te­men­te se ven­do ou não. Não te­nho uma app, não te­nho

pit­ch, não pen­so fo­ra da cai­xa, não sou dis­rup­ti­vo, te­nho um ne­gó­cio que não é um uni­cór­nio. Te­nho cli­en­tes e não tar­get. Te­nho or­ça­men­to, não te­nho bud­get. Não te­nho awa­re­ness, não te­nho

en­ga­ge­ment. Te­nho cli­en­tes e fre­gue­ses que gos­tam do meu pro­du­to e que com­pram por­que acham que va­le a pe­na. Não uso Uber, apa­nho tá­xi, te­nho um No­kia sem in­ter­net e to­das as fac­tu­ras das ven­das que eu fa­ço eu gra­vo num dis­co vi­nil e de­pois dou ao meu con­ta­bi­lis­ta”, re­ve­lou o co­mer­ci­an­te.

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