Go­ver­no con­tra­ta te­ra­peu­ta de bi­o­mag­ne­tis­mo para bai­xar o dé­fi­ce

Publico - Inimigo - - PRIMEIRA PÀGINA -

Por­tu­gal con­se­guiu o dé­fi­ce mais bai­xo da his­tó­ria da de­mo­cra­cia: 0,92 por cen­to; mas de­pois veio a re­ca­pi­ta­li­za­ção da Cai­xa Ge­ral de De­pó­si­tos e to­ma lá 2,96 e a uma unha ne­gra de mais um Pro­ce­di­men­to por Dé­fi­ce Ex­ces­si­vo. De­ses­pe­ra­do, An­tó­nio Cos­ta de­ci­diu re­cor­rer a José Cruz, Te­ra­peu­ta de Bi­o­mag­ne­tis­mo que bri­lhou no úl­ti­mo Prós e Con­tras. “Não con­se­gui­mos re­sol­ver is­to atra­vés dos mé­to­dos con­ven­ci­o­nais e de­ci­di­mos ata­car o pro­ble­ma das con­tas pú­bli­cas atra­vés de uma abor­da­gem ho­lís­ti­ca. Va­mos ins­ta­lar ima­nes em to­do o Es­ta­do por­tu­guês para equi­li­brar ener­ge­ti­ca­men­te os or­ga­nis­mos e aliar is­to aos po­de­res te­ra­pêu­ti­cos do tran­se. Um dos pro­ble­mas afi­nal é que a Cai­xa Ge­ral de De­pó­si­tos tem um ph er­ra­do e tem de pas­sar a ter um ph al­ca­li­no ou lá o que é aqui­lo. Va­mos ten­tar. É ba­ra­to e mal não vai fa­zer. O se­nhor te­ra­peu­ta de bi­o­mag­ne­tis­mo ga­ran­tiu-me que em ape­nas 10 ses­sões é pos­sí­vel in­jec­tar mais 4 mil milhões de eu­ros na ban­ca e con­se­gui­mos che­gar às le­gis­la­ti­vas com um dé­fi­ce ze­ro em 2018 e sem au­men­tar as ca­ti­va­ções. Gra­ças ao bi­o­mag­ne­tis­mo, va­mos po­der gas­tar mais, mas o dé­fi­ce des­ta vez não se­rá de­tec­ta­do por Bru­xe­las e pe­los sa­ca­nas do INE. Foi o que o se­nhor me dis­se e eu acre­di­to”, anun­ci­ou Cos­ta.

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