Gos­cinny e o gran­de ecrã na Ci­ne­ma­te­ca Fran­ce­sa

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O Mi­nis­té­rio da Fe­li­ci­da­de Su­pre­ma, em en­tre­vis­ta ao Íp­si­lon. Pág. 12

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de al­tu Ale­xan Re­né Gos­cinnyG mor­reu a 5 de No­vem Novembro de 1977. Pa­ra as­si­na­lar a da­ta, a Ci­ne­ma­te­ca Fran­ce­sa, em Pa­ris, de­di­cad uma ex­po­si­ção ao cri­a­dor de ban­da de­se­nha­da, res­pon res­pon­sá­vel por As­té­rix (com Al­bert Uder­zo Uder­zo) e Iz­no­goud (com Je­an Ta­bary) e a for­ça mo­triz por de­trás dos anos mais im­por­tan­tes de Lucky Lu­ke, uma cri­a­ção de Mor­ris. A ideia é ex­plo­rar a re­la­ção en­tre Gos­cinny e os fil­mes. Du­ra de 4 de Ou­tu­bro des­te ano a 4 de Mar­ço de 2018. O au­tor fran­cês só re­a­li­zou ou co­re­a­li­zou, a par­tir de 1968, já de­pois de pas­sar a bar­rei­ra dos 40 anos, qua­tro fil­mes de ani­ma­ção, to­dos a par­tir dos seus uni­ver­sos mais cé­le­bres, o de As­té­rix e o de Lucky Lu­ke: As­té­rix e Cleó­pa­tra, Daisy

“Eu sei que es­cre­vi um li­vro di­fí­cil”, Arundha­ti Roy, so­bre

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