Má­qui­nas pen­san­tes: co­mo os com­pu­ta­do­res mu­da­ram a es­té­ti­ca de ar­tis­tas, de­sig­ners e ar­qui­tec­tos

Publico - Ipsilon - - Sumário -

De­se­nhar, fil­mar, ar­qui­tec­tar e até te­cer e pen­sar o con­tex­to so­ci­al — tu­do com ou por cau­sa dos com­pu­ta­do­res. A in­fluên­cia da com­pu­ta­ção na pro­du­ção ar­tís­ti­ca, na ar­qui­tec­tu­ra e no de­sign é o te­ma da gran­de ex­po­si­ção de Ou­to­no do Mu­seum of Mo­dern Art (MoMA) de Nova Ior­que, in­ti­tu­la­da Thin­king Ma­chi­nes. Es­tas má­qui­nas pen­san­tes ali­am obras de John Ca­ge, Ce­dric Prin­ce ou Lee Fri­e­dlan­der, mas tam­bém do bra­si­lei­ro Wal­de­mar Cor­dei­ro ou dos ita­li­a­nos En­zo Ma­ri e Gi­an­ni Co­lom­bo à tec­no­lo­gia da Oli­vet­ti, da IBM ou da Ap­ple. A inau­gu­ra­ção é só a 13 de No­vem­bro e a mos­tra es­ten­de-se até 8 de Abril de 2018 e des­ti­na-se, par­tin­do da ri­ca co­lec­ção do MoMA, a “su­bli­nhar a his­tó­ria trans­for­ma­do­ra e a in­fluên­cia dos com­pu­ta­do­res nos ar­tis­tas, ar­qui­tec­tos e de­sig­ner do pós­guer­ra”, co­mo re­su­me o mu­seu em co­mu­ni­ca­do. Há a ro­da, a elec­tri­ci­da­de, a pe­ni­ci­li­na — mas o com­pu­ta­dor pes­so­al, e a com­pu­ta­ção em ge­ral e a in­ter­net, mais tar­de, em par­ti­cu­lar, es­tão en­tre as mais im­por­tan­tes in­ven­ções da hu­ma­ni­da­de cu­jo re­fle­xo na pro­du­ção cul­tu­ral mais têm in­te­res­sa­do o MoMA, que des­de os anos 1930 (foi fun­da­do em 1929) se de­bru­ça so­bre o te­ma

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