Uma ca­ver­na de luz e som­bra pa­ra con­tar o tem­po

Publico - Ipsilon - - Sumário -

acres­cen­tou a ar­qui­tec­ta. En­tran­do no pa­vi­lhão, o vi­si­tan­te co­mo que ace­de a uma ca­ver­na ba­nha­da por re­fle­xos de luz e som­bra, que se mul­ti­pli­cam no con­tac­to com uma pis­ci­na ra­sa de água — a pro­por­ci­o­nar as mais cu­ri­o­sas re­ac­ções e es­pan­tos do público.

Aos 38 anos, Fri­da Es­co­be­do che­ga ago­ra ao pal­co me­diá­ti­co da Ser­pen­ti­ne Gal­lery — “Quan­do re­ce­bi um email di­zen­do ‘Ser­pen­ti­ne Gal­lery: Con­vi­te’, pen­sei que se tra­ta­va de um pe­di­do pa­ra me as­so­ci­ar a uma mai­ling list, re­cor­dou a ar­qui­tec­ta — na sequên­cia de uma carreira em cres­cen­te afir­ma­ção in­ter­na­ci­o­nal. “Tem ha­vi­do aqui tan­tas be­las in­ven­ções de ar­qui­tec­tos fa­mo­sos, que é muito di­fí­cil apre­sen­tar idei­as no­vas”, des­cul­pou-se Es­co­be­do, ci­ta­da pe­lo jor­nal The Gu­ar­di­an.

Mas a ver­da­de é que a ar­qui­tec­ta me­xi­ca­na, for­ma­da en­tre a Uni­ver­si­da­de Ibero-Ame­ri­ca­na da Ci­da­de do Mé­xi­co e a Gra­du­a­te Scho­ol of De­sign da uni­ver­si­da­de ame­ri­ca­na de Har­vard, tem já o seu no­me ins­cri­to no pal­ma­rés da sua dis­ci­pli­na em di­fe­ren­tes par­tes do mun­do. De­pois de cri­ar o seu pró­prio ate­li­er em 2003, no seu país, viu-se dis­tin­gui­da pe­la As­so­ci­a­ção de Ar­qui­tec­tu­ra de No­va Ior­que com o pré­mio Young Ar­chi­tect Fo­rum, te­ve pro­jec­tos re­pre­sen­ta­dos nas bi­e­nais de Ve­ne­za de 2012 e de 2014, as­si­nou uma ins­ta­la­ção pa­ra o Vic­to­ria & Albert Mu­seum de Lon­dres e cri­ou tam­bém um “pal­co cí­vi­co” pa­ra a Pra­ça da Fi­guei­ra, a con­vi­te da Tri­e­nal de Lis­boa de 2013. Sér­gio C. An­dra­de

Aos 38 anos, Fri­da Es­co­be­do che­ga ao pal­co me­diá­ti­co da Ser­pen­ti­ne Gal­lery

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