Tu­ba­rão não co­me tu­do tu­do tu­do

Publico - Ipsilon - - Sumário -

Po­dia ter si­do um gran­de pra­zer cul­pa­do xun­ga. Em vez dis­so, é só um block­bus­ter mal fei­to, mal aca­ba­do e mal en­jor­ca­do — não é que se­ja mau, é que não é mau que che­gue. Jor­ge Mou­ri­nha

Meg — Tu­ba­rão Gi­gan­te

The Meg

De Jon Tur­tel­taub

Com Ja­son Statham, Li Bing­bing, Rainn Wil­son Há mui­tas per­gun­tas que po­dem ser fei­tas re­la­ti­va­men­te ao mis­té­rio da exis­tên­cia de um fil­me co­mo Meg — à ca­be­ça, evi­den­te­men­te, “porquê?”. Não é co­mo se a ideia de um su­per­tu­ba­rão à solta se­ja al­gu­ma coi­sa de no­vo, mas pron­to; da­mos de ba­ra­to que um fil­me so­bre um tu­ba­rão-fós­sil- gi­gan­te- que- se­pen­sou- es­tar- extinto-mas-afi­nal­sem­pre- exis­te é coi­sa que vai sem­pre atrair os exe­cu­ti­vos com ci­frões nos olhos.

Re­sol­vi­da es­sa ques­tão, a per­gun­ta que se im­põe já não é “por­que é que Meg exis­te” mas “por­que é que Meg exis­te des­ta ma­nei­ra”. É que, pa­ra um fil­me

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