Cri­me e castigo

Publico - Ipsilon - - Su­má­rio -

Atwo­od le­va-nos pa­ra um mun­do des­con­for­tá­vel e som­brio on­de tan­to a re­li­gião co­mo a ci­ên­cia não ser­vem de bál­sa­mo nem de salvação. He­le­na Vas­con­ce­los

Cha­ma­vam-lhe Gra­ce Mar­ga­ret Atwo­od

(Trad. Ana Fal­cão Bas­tos) Ber­trand Gra­ce Marks ca­mi­nha com pas­sos ca­den­ci­a­dos, de ca­be­ça bai­xa, em si­lên­cio. Acom­pa­nha o rit­mo das ou­tras re­clu­sas, na vol­ta ao pá­tio. É uma pri­si­o­nei­ra mo­de­lo, dis­cre­ta, ca­la­da, sub­mis­sa. Tem 23 anos e foi en­car­ce­ra­da aos de­zas­seis. Quan­do co­me­ça a con­tar a sua his­tó­ria cor­re o ano de 1851. Cum­pre pe­na de pri­são per­pé­tua pe­lo ho­mi­cí­dio do seu an­ti­go pa­trão, Tho­mas Kin­ne­ar, e da go­ver­nan­ta des­te ( e aman­te), Nancy Mont­go­mery. O

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