NO REINO DE SIR WILLIAM

A FIGURA

Record (Portugal) - - BOAVISTA BENIFICIA - PICCINI COATES MATHIEU ANTÓNIO ADÃO FARIAS FÁ­BIO COENTRÃO BRUNO FERNANDES Re­ma­tes As­sis­tên­ci­as pa­ra go­lo Re­cu­pe­ra­ções de pos­se ! Efi­cá­cia de pas­se (%) De­sar­mes Du­e­los aé­re­os ga­nhos Alí­vi­os IU­RI ME­DEI­ROS ACUÑA ALAN RUIZ BAS DOST BAT­TA­GLIA GEL­SON MARTINS BR

Mathieu em­ba­lou os leões mas es­tes dei­xa­ram-se dor­mir à som­bra de trau­mas an­ti­gos pro­vo­ca­dos por um rival com pê­lo na ven­ta e ver­ga­do à lei da bomba, na noi­te em que William Carvalho tor­nou a ser im­pe­ri­al

Con­fe­riu a se­gu­ran­ça ne­ces­sá­ria, como quan­do su­biu ao céu pa­ra ti­rar a bo­la a Za­cha­ra (68’).

Se­gu­ro a de­fen­der, mos­trou pro­pen­são ata­can­te em­bo­ra nem sem­pre os mo­vi­men­tos lhe sai­am como os ide­a­li­za

Evi­tou que Hél­der Ta­va­res fi­cas­se na ca­ra de Pa­trí­cio (19’) e só não mar­cou por­que Cláu­dio Ra­mos lhe ti­rou o pão da bo­ca (84’).

Ilu­diu Cláu­dio Ra­mos com exe­cu­ção per­fei­ta no go­lo que em­ba­lou os leões. Dois cor­tes cru­ci­ais pa­ra man­ter a equi­pa em vantagem quan­do os bei­rões ame­a­ça­vam em­pa­tar (45’+1 e 70’).

Re­gres­sou de­fen­den­do bem e ata­can­do a pre­cei­to, an­tes de sair por me­ra ges­tão de es­for­ço.

Va­le ca­da um dos 8,5 mi­lhões que o Spor­ting pa­gou pa­ra o ter. Mais um go­lo de le­van­tar o estádio e lo­go quan­do a equi­pa mais pre­ci- Al­ter­nou en­tre a fa­ci­li­da­de com que se impôs na recuperação e a di­fi­cul­da­de em dis­tri­buir, na 1.ª par­te. Ali­nhou idei­as ao in­ter­va­lo e par­tiu pa­ra exibição so­be­ra­na. O pas­se pa­ra o 20 foi jus­ta re­com­pen­sa pe­los go­los que Cláu­dio Ra­mos (83’) e o pos­te lhe rou­ba­ram (84’). sa­va de evi­tar no­vo sus­to. Que ar­ran­que de tem­po­ra­da...

Be­los por­me­no­res na es­treia a ti­tu­lar, como quan­do ga­nhou a fal­ta que deu go­lo de Mathieu ou quan­do fi­cou per­to do 2-0 ao dis­pa­rar em ar­co e a ra­sar o pos­te di­rei­to dos bei­rões (24’).

Acu­sou o es­for­ço mas nem por is­so vi­rou a ca­ra à lu­ta.

De­sins­pi­ra­dís­si­mo. Per­deu boa opor­tu­ni­da­de pa­ra pro­var que po­de re­e­di­tar a du­pla te­mí­vel que che­gou a pro­ta­go­ni­zar com Dost.

Fi­cou em bran­co ape­sar do mui­to que lu­tou com os cen­trais ri­vais.

En­trou pa­ra es­tan­car as in­ves­ti­das do rival, com su­ces­so

Ain­da foi a tem­po de agi­tar o jogo e acor­dar o leão ador­me­ci­do.

Per­mi­tiu o des­can­so de Coentrão, en­tran­do pa­ra o la­do es­quer­do da de­fe­sa le­o­ni­na

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