“Ob­je­ti­vo era ener­var o Spor­ting”

Record (Portugal) - - BOAVISTA BENIFICIA -

Spor­ting foi um ad­ver­sá­rio de­ma­si­a­do­for­te­pa­ra­que­oTon­de­la­pu­des­se re­ti­rar al­go do jogo?

– Dou os pa­ra­béns ao Spor­ting, uma equi­pa mui­to for­te, com mo­bi­li­da­de e di­nâ­mi­ca. So­fre­mos um go­lo fan­tás­ti­co do Mathieu on­de o Cláu­dio [Ra­mos]. Mas con­ti­nuá­mos li­ga­dos ao jogo, es­tá­va­mos con­for­tá­veis na or­ga­ni­za­ção de­fen­si­va. Na 2ª par­te es­ti­cá­mos mais a man­ta, por­que que­ría­mos pon- tos. O ob­je­ti­vo era ener­var o Spor­ting. Após o 2º go­lo, aí sim, hou­ve uma quebra anímica.

– Sen­te que tem no plan­tel ma­té­ria-pri­ma pa­ra fa­zer um cam­peo- na­to­mais­tran­qui­lo­que­e­mé­po­cas an­te­ri­o­res?

– Te­mos potencial pa­ra cres­cer. Ago­ra, cla­ro que o cres­ci­men­to é fei­to de pon­tos e ho­je [on­tem] não o con­se­gui­mos. Fal­tou-nos a ca­pa­ci­da­de de de­fi­nir me­lhor - mas is­so tam­bém tem mui­to a ver com con­fi­an­ça - e aque­le po­der de fo­go final, on­de não con­se­gui­mos ma­te­ri­a­li­zar as saí­das de bo­la com critério em re­ma­tes pe­ri­go­sos. *

“APÓS O 2º GO­LO HOU­VE UMA QUEBRA ANÍMICA. FAL­TOU-NOS O PO­DER DE FO­GO FINAL. TE­MOS POTENCIAL PA­RA CRES­CER”

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