PORTUGAL NA FINAL DO EUROPEU

Record (Portugal) - - PRIMEIRA PÁGINA - VÍ­TOR VENTURA

A Seleção Na­ci­o­nal ven­ceu a França e vai de­fron­tar a Ale­ma­nha, na final do Europeu’17

Portugal repete o fei­to al­can­ça­do a 27 de se­tem­bro de 2014, em Lisboa, ao apu­rar-se on­tem pa­ra a final do Cam­pe­o­na­to da Eu­ro­pa, após der­ro­tar nas mei­as-fi­nais a França, por 3-2, e de­fron­ta ho­je (16h00) a Ale­ma­nha – ven­ceu a Es­lo­vé­nia por 3-2 – pa­ra ten­tar so­mar o se­gun­do tí­tu­lo europeu da sua his­tó­ria, cu­ri­o­sa­men­te fren­te ao mes­mo fi­na­lis­ta de há três anos. Es­te é mais um fei­to da geração de ou­ro de uma mo­da­li­da­de que tem tra­zi­do pa­ra Portugal al­gu­mas das mai­o­res ale­gri­as des­por­ti­vas, e on­tem, pe­ran­te uma Are­na Co­que, no Lu­xem­bur­go, cheia de um pú­bli­co mai­o­ri­ta­ri­a­men­te ad­ver­so; a Seleção Na­ci­o­nal con­se­guiu a vitória sobre a con­gé­ne­re gau­le­sa, após mais de três ho­ras de uma par­ti­da emo­ci­o­nan­te. Portugal co­me­çou mui­to bem com Ti­a­go Apo­ló­nia, que vi­ria a ser o he­rói des­ta qua­li­fi­ca­ção, a ven­cer com ines­pe­ra­da fa­ci­li­da­de e após boa exibição o jo­ga­dor nº 16 do Mun­do, Si­mon Gauzy, por 3-0, com os par­ci­ais de 11-4, 11-4 e 118. O domínio por­tu­guês pros­se­guiu com Mar­cos Freitas a der­ro­tar Em­ma­nu­el Le­bes­son (nº 20 do ran­king mundial), por 3-1 (11-2, 11-8, 9-11 e 11-9).

A um triun­fo de ga­ran­tir a pre­sen­ça na final, cou­be a João Mon­tei­ro es­sa res­pon­sa­bi­li­da­de fren­te

ES­TA GERAÇÃO DE OU­RO REPETE O FEI­TO AL­CAN­ÇA­DO EM 27 DE SE­TEM­BRO DE 2014, EM LISBOA, AO ES­TAR NA LU­TA PE­LO TÍ­TU­LO

a Qu­en­tin Ro­bi­not (nº 85 do Mun­do). E tal­vez por sen­tir es­se pe­so, o olím­pi­co por­tu­guês sur­giu es­tra­nha­men­te ‘au­sen­te’ nos dois pri­mei­ros sets, per­den­do por 11-9 e 11-1. Re­a­giu no 3º par­ci­al, a par­tir do mo­men­to em que a per­der por 9-5, fez 6 pon­tos con­se­cu­ti­vos, ven­cen­do o set (11-9) e re­pe­tin­do o êxi­to no par­ci­al se­guin­te (11-7). Mas no der­ra­dei­ro set vol­tou a per­der (11-3). Com Mar­cos Freitas de no­vo em ação, des­ta vez fren­te a Tris­tan Flo­re (44º), que en­tre­tan­to o seu téc­ni­co Pa­trick Chil­la ti­nha co­lo­ca­do no lu­gar de Si­mon Gauzy – aba­la­do pe­la li­ção de Ti­a­go Apo­ló­nia, no pri­mei­ro jogo –,o me­lhor jo­ga­dor por­tu­guês (17 do Mun­do) foi in­ca­paz de evi­tar a derrota, por 3-0 (11-10, 11-8 e 11-9).

E foi a vez de Ti­a­go Apo­ló­nia ves­tir a pe­le de he­rói. Fren­te a Em­ma­nu­el Le­bes­son, o olím­pi­co por­tu­guês ven­ceu por 3-2 (8-11, 11-9, 7-11, 11-7 e 11-6), mas sem an­tes fa­zer so­frer os pou­cos por­tu­gue­ses pre­sen­tes no Pa­vi­lhão da ci­da­de do Lu­xem­bur­go, que no final fi­ze­ram a me­re­ci­da fes­ta. *

HE­RÓI. Ti­a­go Apo­ló­nia se­lou com vitória a meia-final di­an­te dos fran­ce­ses

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