THE LEGEND OF ZELDA BREATH OF THE WILD

COM O LAN­ÇA­MEN­TO DA SWITCH, A NINTENDO CONVIDA-NOS A EX­PLO­RAR HYRULE UMA VEZ MAIS NO MAIS RE­CEN­TE TÍTULO DA SÉ­RIE ZELDA. E NÓS DEIXÁMO-NOS IR...

Revista PCGuia Play - - Tema De Capa - Pe­dro Tróia

Apar de Ma­rio, a sé­rie Legend of Zelda é dos tí­tu­los que aju­da­ram a fa­zer da Nintendo a gi­gan­te que é ho­je. Por is­so, não vou de­mo­rar-me a con­tar a his­tó­ria que ficou pa­ra trás nos ou­tros jo­gos da sé­rie. As­sim, pa­ra os que nun­ca jo­ga­ram Zelda, fica aqui uma pe­que­na ex­pli­ca­ção: Legend of Zelda é uma sé­rie de jo­gos RPG, em mun­do aber­to, que se pas­sa no reino ima­gi­ná­rio de Hyrule. O jo­ga­dor as­su­me o papel de Link, o he­rói que ex­plo­ra o reino e cum­pre vá­ri­as mis­sões até ao ob­je­ti­vo fi­nal: o sal­va­men­to da prin­ce­sa Zelda.

100 ANOS DE­POIS

Em The Le­gen­do of Zelda: Breath of the Wild, Link é acor­da­do por uma voz fe­mi­ni­na. Es­tá nu­ma sa­la, dei­ta­do nu­ma ca­ma (que se pa­re­ce es­tra­nha­men­te com uma avan­ça­da câmara de hi­ber­na­ção – lá es­tá o meu es­pí­ri­to de fã de sci-fi a vir ao de ci­ma). Ao sair da câmara, Link en­con­tra um ve­lho que lhe con­ta o que se pas­sou em Hyrule en­quan­to dor­mia – o ser ma­lé­fi­co Ca­la­mity Ga­non vol­tou as má­qui­nas con­tra os ha­bi­tan­tes do reino. Ca­la­mity Ga­non foi der­ro­ta­do e apri­si­o­na­do, mas con­ti­nua a ganhar po­der e, se não for des­truí­do, aca­ba­rá ele pró­prio por aca­bar com o mun­do. The Legend of Zelda: Breath of the Wild é um jogo de mun­do aber­to co­mo nun­ca vi. Tu­do es­tá cheio de cor e mo­vi­men­to, a er­va mo­ve-se à me­di­da que atra­ves­sa­mos os cam­pos, a água es­tá mui­to bem con­se­gui­da e a maneira co­mo luz in­te­ra­ge com o mun­do é sim­ples­men­te fe­no­me­nal. Em si, Breath of the Wild é um jogo que, ape­sar da sua be­le­za vi­su­al lhe con­fe­rir um as­pec­to al­go bu­có­li­co, não é cal­mo, nem fá­cil. Na­da fá­cil... Os pri­mei­ros mi­nu­tos são cal­mos e os ini­mi­gos que en­con­tra­mos são fá­ceis de eli­mi­nar com os ob­je­tos que en­con­tra­mos, paus e fra­cas ar­mas que os mes­mos dei­xam

The Legend of Zelda: Breath of the Wild é um jogo de mun­do aber­to co­mo nun­ca vi

cair de­pois de eli­mi­na­dos. Mas, mal nos afas­ta­mos um pou­co da área de início, co­me­çam a apa­re­cer ini­mi­gos mais (mui­to mais) di­fí­ceis que obri­gam a usar ar­mas mais for­tes, que só se con­se­guem en­con­trar atra­vés da ex­plo­ra­ção de Hyrule. Ape­sar de im­por res­pei­to ao jo­ga­dor, Breath of the Wild não é de todo im­pos­sí­vel e ofe­re­ce sem­pre uma saí­da. Mes­mo nas al­tu­ras mais com­pli­ca­das.

ACES­SO TO­TAL

Pa­ra ex­plo­rar Hyrule, Link con­se­gue su­bir a pra­ti­ca­men­te to­das as su­per­fí­ci­es que exis­tem no ce­ná­rio. Por exem­plo, até dá pa­ra tre­par às ár­vo­res pa­ra co­lher fru­tos, que de­pois po­dem ser con­su­mi­dos, crus ou co­zi­nha­dos, pa­ra ganhar ener­gia. As ar­mas e ar­ma­du­ras, co­mo os es­cu­dos, vão-se des­gas­tan­do ao lon­go do jogo, o que obri­ga Link a es­tar cons­tan­te­men­te a re­co­lher os ob­jec­tos que os ini­mi­gos vão dei­xan­do cair. E, co­mo man­da a Lei de Murphy, têm o con­dão de fi­ca­rem inu­ti­li­za­dos sem­pre a meio de um com­ba­te. O ob­jec­to mais im­por­tan­te que Link trans­por­ta é uma es­pé­cie de ta­blet, chamado Shei­kah Sla­te que ser­ve co­mo sis­te­ma de con­tro­lo pa­ra as fun­ções de in­ven­tá­rio, ma­pa, quest log, en­tre ou­tras. Es­ta é ain­da uma fer­ra­men­ta que vai ga­nhan­do fun­ci­o­na­li­da­des, co­mo a ma­ni­pu­la­ção de ob­jec­tos me­tá­li­cos, ou do tem­po, à me­di­da que Link vai ex­plo­ran­do os vá­ri­os san­tuá­ri­os es­pa­lha­dos por Hyrule.

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