CER­CA DE 30 JO­GOS ESTRANHOS PA­RA EX­PE­RI­MEN­TAR!

Revista PCGuia Play - - Tema De Capa -

Com­pos­to por 28 mi­ni­jo­gos, 1-2 Switch foi pen­sa­do pa­ra ser jo­ga­do em con­jun­to e ti­rar par­ti­do de, pra­ti­ca­men­te, to­das as fun­ci­o­na­li­da­des dos comandos Joy-Con. Ca­da um des­tes jo­gos é apre­sen­ta­do atra­vés de um ví­deo, fei­to com ac­to­res re­ais, que ser­ve pa­ra mos­trar o ob­jec­ti­vo e a sua me­câ­ni­ca. Nota-se cla­ra­men­te que a Nintendo quis dar um cer­to ‘as­pec­to youtu­be’ a es­tes ví­de­os dan­do-lhes uma mon­ta­gem e es­co­lha de co­res com al­guns tons de ama­do­ris­mo. Cla­ro que o ama­do­ris­mo é todo cal­cu­la­do: é só pa­ra dar a im­pres­são de que os ví­de­os fo­ram gra­va­dos em ca­sa. A ideia é tam­bém a de pas­sar ao uti­li­za­dor a von­ta­de de des­co­brir, re­al­men­te, co­mo es­tes mi­ni­jo­gos funcionam. Mas, mes­mo de­pois de con­se­guir­mos des­co­brir, al­guns con­ti­nu­am a ser con­fu­sos. En­tre os 28 jo­gos, há os que per­dem a pi­a­da ao fim de cin­co mi­nu­tos, co­mo acon­te­ce com Zen, em que se tem de fi­car qui­e­to (ou pou­sar o co­man­do nu­ma me­sa), ou em Baby, on­de tem de se em­ba­lar a Switch co­mo se fos­se um be­bé e de­pois pou­sá-la sem acor­dar (em te­o­ria, a cri­an­ça). Exis­tem jo­gos que funcionam atra­vés de ori­en­ta­ções por voz, que se es­ti­ve­rem a ser da­das atra­vés da pró­pria consola, têm a for­te pro­ba­bi­li­da­de de não se­rem ou­vi­das pe­los par­ti­ci­pan­tes. Ain­da as­sim, há jo­gos que são mui­tís­si­mo di­ver­ti­dos co­mo Milk, em que se tem de or­de­nhar uma va­ca ine­xis­ten­te. Um dos me­lho­res é Ball Count, on­de dois jo­ga­do­res têm de adi­vi­nhar quan­tas bo­las es­tão den­tro de uma caixa vir­tu­al, só pe­lo fe­ed­back háp­ti­co de al­ta re­so­lu­ção que os Joy-Con dão, ao in­cli­ná-los pa­ra a fren­te e pa­ra trás. Aliás, es­te fe­ed­back é uma das fun­ci­o­na­li­da­des mais ba­da­la­das dos comandos da Switch. Os jo­gos po­dem ser jo­ga­dos em sé­rie ou em mo­do shuf­fle, mo­do es­te em que é es­co­lhi­do um jogo ao aca­so. Po­dem tam­bém ser for­ma­das equipas pa­ra jo­gar à vez e, as­sim, ul­tra­pas­sar o sem­pre des­con­for­tá­vel mo­men­to em que al­guém jo­ga en­quan­to os ou­tros fi­cam a ver.

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