The Evil Within 2

O SE­GUN­DO EPI­SÓ­DIO DA SÉ­RIE EVIL WITHIN ACA­BA DE CHE­GAR PA­RA CONTINUAR A HIS­TÓ­RIA DE SEBASTIAN CASTELLANOS NA BUSCA PE­LA SUA FILHA, NU­MA CI­DA­DE CHEIA DE ZOMBIES.

Revista PCGuia Play - - ÍNDICE - Pe­dro Tróia

Shin­ji Mi­ka­mi, a men­te por trás da sé­rie Re­si­dent Evil, che­ga ago­ra o se­gun­do epi­só­dio de Evil Within. Em pri­mei­ro lu­gar, por mui­to bem fei­to que es­te­ja Evil Within 2 (e es­tá), acon­se­lho-o a jo­gar pri­mei­ro o Evil Within ori­gi­nal, por­que de ou­tra for­ma vão-lhe es­ca­par por­me­no­res e não vai co­nhe­cer bem as per­so­na­gens – is­to po­de le­var a que não en­ten­da bem ac­ção des­te no­vo jo­go de ter­ror. Aqui con­tro­la­mos Sebastian Castellanos, o mes­mo he­rói do pri­mei­ro epi­só­dio, que vai pa­ra uma pe­que­na ci­da­de ame­ri­ca­na, cha­ma­da Uni­on, à pro­cu­ra a sua filha, de­pois de re­ce­ber in­for­ma­ções de que ela es­ta­ria lá. Co­mo não po­dia dei­xar de ser, a ci­da­de es­tá cheia de zombies que têm com ob­jec­ti­vo ma­tá-lo. De­pois há o fo­tó­gra­fo… aqui­lo não fi­ca­va des­lo­ca­do num fil­me de Da­vid Cro­nen­berg. É um mons­tro cen­tral pa­ra a his­tó­ria, que ado­ra ti­rar fo­tos a ce­nas ma­ca­bras.

ZOMBIES PA­RA TO­DOS

Co­mo há zombies, o com­ba­te é uma par­te es­sen­ci­al de Evil Within 2. Há a co­lec­ção ha­bi­tu­al de armas nes­te gé­ne­ro de jo­gos que vai des­de a pis­to­la até al­go mais subs­tan­ci­al, co­mo uma ca­ça­dei­ra que con­se­gue des­fa­zer um morto-vi­vo com um úni­co ti­ro. Mas, nes­te jo­go, o uti­li­za­dor tem uma es­co­lha: po­de en­trar a ma­tar ou usar tác­ti­cas fur­ti­vas que são um de­sa­fio-ex­tra, com o bó­nus de pou­par mu­ni­ções. Em Evil Within 2, uma par­te im­por­tan­te das ho­ras de jo­go têm de ser pas­sa­das a fa­zer grind pa­ra con­se­guir en­con­trar pe­ças e ma­te­ri­ais que lhe per­mi­tem des­blo­que­ar no­vas armas e habilidades. Por sua vez, es­tas

Nes­te jo­go, o uti­li­za­dor tem uma es­co­lha: po­de en­trar a ma­tar ou usar tác­ti­cas fur­ti­vas que são um de­sa­fio-ex­tra

vão-lhe per­mi­tir en­fren­tar os ini­mi­gos ao lon­go da his­tó­ria que são, pro­gres­si­va­men­te, mais di­fí­ceis de der­ro­tar. No en­tan­to, is­to per­ver­te um pou­co o mo­de­lo des­te gé­ne­ro de jo­gos que sem­pre se ba­se­a­ram no que se tem à mão pa­ra der­ro­tar os ini­mi­gos e sair de si­tu­a­ções mais ou menos de­ses­pe­ra­das. Se qui­ser pro­gre­dir e fi­car ca­da vez mais for­te há sem­pre os RPG e ou­tros jo­gos cu­jo ob­jec­ti­vo, além de aca­bar a his­tó­ria, é ob­ter aque­la ar­ma que mais nin­guém tem ou uma ar­ma­du­ra ca­paz de re­pe­lir os ata­ques mais po­ten­tes. Tec­ni­ca­men­te Evil Within 2 é um pro­du­to mui­to bem aca­ba­do com uma uti­li­za­ção dos efei­tos de ilu­mi­na­ção me­lhor que mui­tos fil­mes do gé­ne­ro. O som é tam­bém con­se­gui­do e faz o que é pre­ci­so: cri­ar uma at­mos­fe­ra em que o jo­ga­dor não sa­be o que lhe vai acon­te­cer a se­guir, mas que al­go si­nis­tro se apro­xi­ma.

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