Asus ROG PG258

UM MO­NI­TOR PA­RA GANHAR.

Revista PCGuia Play - - ÍNDICE - Pedro Tróia

Àpri­mei­ra vis­ta, as es­pe­ci­fi­ca­ções do no­vo mo­ni­tor Asus ROG PG258 não im­pres­si­o­nam: ecrã com 24,5 po­le­ga­das e tec­no­lo­gia TN, que oferece uma re­so­lu­ção de 1920 x 1080. Mas há aqui uma coisa que falta dizer: con­se­gue uma ve­lo­ci­da­de de ac­tu­a­li­za­ção (re­fresh ra­te) de 240 Hz, que, quan­do com­bi­na­da com a compatibilidade G-Sync da Nvi­dia, tor­nam-no nu­ma arma mui­to efi­caz, prin­ci­pal­men­te nos jogos FPS.

VE­LO­CI­DA­DE

Com es­ta má­qui­na, em con­jun­to com uma pla­ca grá­fi­ca potente, con­se­gue-se facilmente che­gar a mais de 200 fps em jogos co­mo CS: GO ou Overwat­ch. Já em títulos um pou­co mais com­ple­xos, co­mo Call of Duty WW2, se­rá mais com­pli­ca­do, mas ape­nas pe­lo pe­so que os títulos mais ac­tu­ais co­lo­cam no sis­te­ma de pro­ces­sa­men­to grá­fi­co. O PG258 é o ir­mão mais pe­que­no do PG348Q de 34 po­le­ga­das. Por fo­ra, é pra­ti­ca­men­te igual, mas com di­men­sões mais re­du­zi­das e não é cur­vo, co­mo o PG348. Es­te mo­ni­tor man­tém o pé com três apoi­os e tam­bém pro­jec­ta o lo­gó­ti­po da Republic of Gamers na me­sa, po­den­do ser ajus­ta­do em al­tu­ra e tam­bém ro­da­do, pa­ra fi­car em mo­do re­tra­to.

Tu­do sem ser ne­ces­sá­rio me­xer na ba­se. No que to­ca a en­tra­das, o ROG PG258 tem uma HDMI e uma Dis­playPort. Pa­ra li­gar o ra­to e o te­cla­do po­de ain­da usar as en­tra­das USB 3.0 in­cluí­das. Os con­tro­los es­tão po­si­ci­o­na­dos atrás do la­do di­rei­to: não é que te­nham de ser usa­dos mui­tas ve­zes, mas quan­do são, es­te ar­ran­jo di­fi­cul­ta um pou­co a na­ve­ga­ção pe­los me­nus. Es­tes não são par­ti­cu­lar­men­te bo­ni­tos, mas su­fi­ci­en­te­men­te sim­ples de usar e fa­zem o que é ne­ces­sá­rio. A qua­li­da­de de mon­ta­gem e ma­te­ri­ais usa­dos são aci­ma da mé­dia, mes­mo em re­la­ção ao que se vê em em dis­po­si­ti­vos de ga­mas mais al­tas.

E VÊ-SE?

Ex­pe­ri­men­tei o PG258 pre­ci­sa­men­te com dois dos títulos de que fa­lei no iní­cio do tex­to (CS: GO e Overwat­ch) com o mo­ni­tor li­ga­do a uma pla­ca grá­fi­ca 1080 Ti e pos­so con­fir­mar que a su­a­vi­da­de e cla­ri­da­de da ima­gem se no­tam bas­tan­te quan­do se pas­sa de um mo­ni­tor ca­paz ape­nas de 60 Hz pa­ra ou­tro que já che­ga aos 144.

Já quan­do se sal­ta dos 144 pa­ra os 240 Hz o me­lho­ra­men­to já não é tão per­cep­tí­vel. Mas a van­ta­gem quan­do se jo­gam títulos mui­to rá­pi­dos es­tá lá, mes­mo que não se con­si­ga ver à pri­mei­ra. Sim­ples­men­te não há qual­quer lag, o que é im­por­tan­te quan­do se quer com­pe­tir ao mais alto ní­vel. A in­clu­são do sis­te­ma G-Sync é im­por­tan­te, prin­ci­pal­men­te em mo­ni­to­res ca­pa­zes de ul­tra­pas­sar a mar­ca dos 155 Hz com a de­fi­ni­ção Vsync des­li­ga­da. Is­to porque, aci­ma des­ta ve­lo­ci­da­de, a ima­gem co­me­ça a fi­car “par­ti­da”.

Se ti­ver uma grá­fi­ca Nvi­dia, o sis­te­ma G-Sync con­se­gue cor­ri­gir, ou mi­ni­mi­zar es­te problema. In­fe­liz­men­te,o G-Sync só fun­ci­o­na com grá­fi­cas Nvi­dia. No en­tan­to exis­tem op­ções se­me­lhan­tes com o sis­te­ma da AMD que se cha­ma Fre­eSync.

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