O es­pião es­pi­a­do

Sábado - - OPINIÃO -

nos tem­pos que cor­rem, o fur­to de Tan­cos foi o Na­dir (e o na­da) da se­gu­ran­ça por­tu­gue­sa, a ope­ra­ção Top Se­cret te­rá cons­ti­tuí­do o Zé­ni­te (e o qua­se tu­do).

A ta­re­fa de con­tra-es­pi­o­na­gem, em que o SIS con­tou com a pre­ci(o)sa aju­da da CIA e de ser­vi­ços do “ex-Les­te”, foi de ma­nu­al, a in­ves­ti­ga­ção cri­mi­nal e re­pres­são so­fis­ti­ca­da da UNCT (PJ) tor­nou-se exem­plar, a co­or­de­na­ção de pro­cu­ra­do­ri­as eu­ro­pei­as as­se­gu­rou le­ga­li­da­de e efi­cá­cia. Ago­ra, em pri­mei­ra ins­tân­cia, um tri­bu­nal de Lis­boa con­fir­ma a pro­va (na fo­to, o es­pião Car­va­lhão Gil). Em Mos­co­vo, cer­tos cír­cu­los es­pe­ra­vam que os juí­zes se pro­nun­ci­as­sem por uma ni­nha­ria, ou um “mal en­ten­di­do”. Es­ta “Fayl Fran­sis­ko” é o gran­de fi­as­co do SVR, um dos três su­ces­so­res do KGB.

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