CLU­BE DO PE­QUE­NO-AL­MO­ÇO

Se não acon­te­ceu an­tes das 11h, não en­tra nes­te ar­ti­go. Lim­pe o so­no dos olhos, alon­gue o cor­po e pu­xe uma ca­dei­ra – es­tá na al­tu­ra de fa­zer par­te da equi­pa do pe­que­no-al­mo­ço.

Women's Health (Portugal) - - COMER BEM - POR VA­NES­SA DI­AS

Va­mos fa­zer uma vi­a­gem no tem­po: é uma cri­an­ça e es­tá sen­ta­da à me­sa que mar­cou a sua in­fân­cia, en­quan­to es­ti­ca a mão pa­ra agar­rar uma de du­as cai­xas. Am­bas têm bo­ne­cos e, mui­to pro­va­vel­men­te, guar­dam flo­cos com sa­bor a cho­co­la­te lá den­tro. De­pois de uma ta­ça – ou du­as – eis que che­ga a ho­ra de ir pa­ra a es­co­la, com o san­gue re­che­a­do de açú­car e o cor­po de ener­gia. O pe­que­no-al­mo­ço sem­pre foi um mo­men­to má­gi­co, não acha? E, ago­ra, tor­nou-se mais po­pu­lar do que nun­ca: não in­te­res­sa se já não é uma me­ni­na a ca­mi­nho da es­co­la, já que a re­fei­ção de­ve ser tão me­mo­rá­vel pa­ra a mu­lher a ca­mi­nho do tra­ba­lho, que ago­ra é. Além de ser uma óti­ma opor­tu­ni­da­de pa­ra me­di­tar e co­me­çar o dia na vi­bra­ção cer­ta, o pe­que­no-al­mo­ço é o me­lhor ami­go do or­ga­nis­mo: aque­les que fa­zem es­ta re­fei­ção têm, ti­pi­ca­men­te, me­nos pe­so do que aque­les que op­tam por sair de ca­sa de bar­ri­ga va­zia, di­zem os es­pe­ci­a­lis­tas. Adi­ci­o­nal­men­te, o Ame­ri­can Col­le­ge of Car­di­o­logy des­co­briu que fa­lhar es­ta re­fei­ção po­de ter um im­pac­to ne­ga­ti­vo na saú­de do co­ra­ção.

É ca­so pa­ra di­zer ‘di­ga-me o que co­me ao pe­que­no-al­mo­ço e dir-lhe-ei quem é’. Se­rá que faz par­te da equi­pa ‘tos­ta de aba­ca­te’ ou ‘ta­ça de açaí’?

Is­so é o que es­ta­mos pres­tes a des­co­brir.

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