Pa­trick Modiano é o No­bel de Li­te­ra­tu­ra 2014

Jornal Cultura - - Diálogo Intercultural -

apa­re­ce co­mo ro­tei­ris­ta dos fil­mes “Vi­a­gem do Co­ra­ção” ( 2003), de Je­an- Paul Rap­pe­ne­au, “La­com­be Lu­ci­en” (1974), de Louis Mal­le, “Le Par­fum d'Yvon­ne” (1994), de Pa­tri­ce Le­con­te, e “Une Jeu­nes­se” ( 1983), de Moshé Miz­rahi, os dois úl­ti­mos adap­ta­dos de obras su­as. Tam­bém ac­tu­ou, ao la­do Cathe­ri­ne De­neu­ve, no fil­me “Ge­ne­a­lo­gi­as de um Cri­me” (1997), de Ra­oul Ruiz. Fran­ça país mais pre­mi­a­do O es­cri­tor Pa­trick Modiano tor­na-se as­sim no 15º fran­cês a ga­nhar o No­bel de Li­te­ra­tu­ra, o que re­for­ça a po­si­ção do seu país co­mo o que mais ve­zes ga­nhou es­se pré­mio, à fren­te dos Es­ta­dos Uni­dos (11) e Rei­no Uni­do (10).

O po­e­ta Sully Prudhom­me foi o pri­mei­ro fran­cês a re­ce­ber o co­bi­ça­do pré­mio, em 1901. Fré­dé­ric Mis­tral (1904), Ro­main Rol­land (1915), Ana­to­le Fran­ce (1921) e Henri Berg­son (1927) vi­e­ram a se­guir. Em 1937, de­pois de um hi­a­to de dez anos, foi a vez de Ro­ger Mar­tin du Gard, au­tor de “Thi­bault”.

A Fran­ça te­ve que es­pe­rar ou­tra dé­ca­da pa­ra fes­te­jar ou­tro No­bel de Li­te­ra­tu­ra, com An­dré Gi­de. Em 1952, o lau­re­a­do foi Fran­çois Mau­ri­ac, e, cin­co anos mais tar­de, Albert Ca­mus. O po­e­ta, di­plo­ma­ta, iló­so­fo e his­to­ri­a­dor Saint-John Per­se foi pre­mi­a­do três anos de­pois, e em 1964 a Aca­de­mia su­e­ca es­co­lheu Je­anPaul Sar­tre, que re­cu­sou o pré­mio.

Em 1985 Clau­de Si­mon foi o No­bel de Li­te­ra­tu­ra e em 2000 o fran­cês de ori­gem chi­ne­sa Gao Xing­ji­an. Je­an-Ma­rie Gus­ta­ve Le Clé­zio ga­nhou o pré­mio em 2008.

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