An­de­bol fe­mi­ni­no, rai­nha de Áfri­ca

Jornal de Angola - - ESPECIAL -

é outra fon­te de ale­gria e or­gu­lho pa­ra os an­go­la­nos: seis pre­sen­ças em Jo­gos Olím­pi­cos, 19 par­ti­ci­pa­ções em Cam­pe­o­na­tos Afri­ca­nos (do­ze tí­tu­los con­quis­ta­dos) e 14 em Cam­pe­o­na­tos do Mun­do.

As me­lho­res pres­ta­ções, em ter­mos de se­lec­ção, fo­ram o 7º lu­gar, al­can­ça­do em França, no ano de 2007, e o oi­ta­vo, nos Jo­gos Olím­pi­cos do Rio de Ja­nei­ro, em 2016. Na prova de França, a já re­ti­ra­da Mar­ce­li­na Ki­a­la foi a ter­cei­ra me­lhor mar­ca­do­ra, ao pas­so que, nos jo­gos do Bra­sil, a guar­da-re­des Te­re­sa Al­mei­da "Ba" foi a co­que­lu­che do "se­te" an­go­la­no e mui­to aca­ri­nha­da pe­los adeptos bra­si­lei­ros e não só, pe­las ex­ce­len­tes ac­tu­a­ções di­an­te de po­de­ro­sas se­lec­ções eu­ro­pei­as. O an­de­bol fe­mi­ni­no de An­go­la tor­nou-se, pra­ti­ca­men­te, no fi­el re­pre­sen­tan­te africano em Cam­pe­o­na­tos do Mun­do e Jo­gos Olím­pi­cos. A ní­vel con­ti­nen­tal, com do­ze tro­féus con­quis­ta­dos, a he­ge­mo­nia no sec­tor fe­mi­ni­no é in­dis­cu­tí­vel. O do­mí­nio es­ten­de-se às com­pe­ti­ções de clu­bes, on­de o Pe­tro de Lu­an­da é o gran­de "pa­pão".

MIQUÉIAS MACHANGONGO | EDI­ÇÕES NO­VEM­BRO

O an­de­bol fe­mi­ni­no

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