Jor­dan doa um mi­lhão de dó­la­res às Baha­mas

Jornal de Angola - - DESPORTO -

O len­dá­rio jo­ga­dor de bas­que­te­bol Mi­cha­el Jor­dan do­ou um mi­lhão de dó­la­res pa­ra aju­dar as Baha­mas, país que foi for­te­men­te atin­gi­do pe­lo furacão Dorian.

Em co­mu­ni­ca­do no Twit­ter, Jor­dan, do­no da equi­pa da NBA Char­lot­te Hor­nets, dis­se que es­tá “de­vas­ta­do” pe­la des­trui­ção cau­sa­da pe­lo furacão Dorian no ar­qui­pé­la­go. Pe­lo me­nos, 50 pes­so­as mor­re­ram e mi­lha­res ti­ve­ram de ser eva­cu­a­das das Baha­mas.

"Es­tou de­vas­ta­do ao ver a des­trui­ção que o furacão Dorian trou­xe às Baha­mas, on­de te­nho uma pro­pri­e­da­de e vi­si­to com frequên­cia", de­cla­rou Jor­dan ao anun­ci­ar a do­a­ção."O meu co­ra­ção es­tá com to­dos os que so­frem e com os que per­de­ram en­tes que­ri­dos", acres­cen­tou o me­lhor jo­ga­dor de bas­que­te­bol da his­tó­ria. Jor­dan dis­se que o seu ob­jec­ti­vo era dis­tri­buir re­cur­sos a agên­ci­as sem fins lu­cra­ti­vos na re­gião on­de o di­nhei­ro "te­rá o mai­or im­pac­to".

"O po­vo das Baha­mas é for­te e re­sis­ten­te, e es­pe­ro que a mi­nha do­a­ção aju­de, en­quan­to tra­ba­lham pa­ra re­cu­pe­ra­rem des­sa tem­pes­ta­de ca­tas­tró­fi­ca", acres­cen­tou.

Fa­lan­do mais de uma se­ma­na de­pois de o furacão ter atin­gi­do o país in­su­lar, on­de per­ma­ne­ceu du­ran­te dois di­as, a di­rec­to­ra da One Eleuthe­ra Foun­da­ti­on, Sadye Fran­cis, su­bli­nhou que al­gu­mas pes­so­as “não têm pa­ra on­de ir”. “A ver­da­dei­ra di­men­são da de­vas­ta­ção nas ilhas Ába­co e na Gran­de Baha­ma ain­da não é to­tal­men­te co­nhe­ci­da.

As pes­so­as es­tão a ser trans­fe­ri­das pa­ra a ilha de Eleuthe­ra por ter­ra e por mar a par­tir de Ába­co. Al­gu­mas irão per­ma­ne­cer em Eleuthe­ra ou vi­a­jar pa­ra a ca­pi­tal Nas­sau ou ou­tros lu­ga­res pa­ra es­ta­rem com a fa­mí­lia e os ami­gos, mas há ou­tros que não têm pa­ra on­de ir”, dis­se, ci­ta­da pe­lo jor­nal "The Gu­ar­di­an".

As Na­ções Uni­das es­ti­mam que 76 mil pes­so­as fi­ca­ram de­sa­lo­ja­das na Gran­de Baha­ma e em Ába­co, ne­ces­si­tan­do de aju­da.

A tem­pes­ta­de foi uma das mais ar­ra­sa­do­res de sem­pre re­gis­ta­das nas Ca­raí­bas, com ra­ja­das su­pe­ri­o­res a 320 qui­ló­me­tros por ho­ra e uma ma­ré ci­cló­ni­ca de cer­ca de se­te me­tros, de­vas­tan­do ca­sas e ou­tras in­fra-es­tru­tu­ras.

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