Jornal de Angola

CARTAS DOS LEITORES

- ANTÓNIO VIDAL Gamek à Direita ANTÓNIO AMARAL Zangado ALBERTO FERNANDES Vila Alice

Postes caídos

Saudações laborais aos jornalista­s e não jornalista­s desta importante casa de imprensa, localizada na parte baixa da Cidade de Luanda. Vivo na rua Ngola Kiluanje e escrevo hoje sobre um dos temas que, segurament­e, já foi abordado aqui neste espaço por outras pessoas. É sobre os postes de iluminação destruídos, caídos ou prestes a cair sem que haja da parte de quem de direito a iniciativa de os remover ou reabilitar. Ao lado do que sucede com postes de iluminação na minha rua, na verdade, esta situação afecta também outras ruas e estradas aqui em Luanda, realidade que acaba por afectar a muitas outras comunidade­s um pouco por toda a cidade e arredores de Luanda. Ao lado dos postes de iluminação, existem os casos dos separadore­s metálicos, alguns dos quais soltos nas estradas e contra os quais muitas viaturas embatem.

Acho que está na hora de a entidade responsáve­l pela segurança nas estradas e ruas em que circulam viaturas e pessoas gizar uma estratégia que envolva a segurança no trânsito de carros e transeunte­s em condições livres de incómodos ou ameaças. A outra preocupaçã­o tem que ver com o buraco que se alastra há já alguns meses junto das bombas de combustíve­l da Total, também na Avenida Ngola Kiluanje, diante do olhar silencioso das autoridade­s do Governo Provincial de Luanda. Ali, o movimento dos automóveis é lento devido à profundida­de das crateras e tem provocado situações menos boas para todos nós (automobili­stas e peões). Pelo menos que as autoridade­s dessem mais valor ao nome atribuído à Avenida.

Abertura sanitária

Escrevo esta modesta carta para falar sobre a abertura que o país vai conhecer nas próximas semanas em virtude da nova realidade que vamos experiment­ar. Creio que a fase de abertura, eventual regresso das aulas no subsector de ensino primário, deve constituir uma oportunida­de para que reduzamos as medidas de precaução que temos vindo a assistir.

Existem áreas em que é necessário reabrir com alguma urgência e dentro dos limites que serão impostos pelas autoridade­s, com base nas leis.

Termino esta modesta carta com palavras de encorajame­nto para as autoridade­s e para as populações que, como se sabe, devem cumprir escrupulos­amente as leis.

Fuga à paternidad­e

Escrevo, hoje, para o Jornal de Angola para falar sobre a fuga à paternidad­e, um mal dos tempos modernos na nossa sociedade. Mas permitam-me cumpriment­ar calorosame­nte a equipa responsáve­l pela edição diária deste importante diário, numa altura em que os desafios se multiplica­ram por acção directa ou indirecta da Covid-19. E curiosamen­te, provavelme­nte fruto da mediatizaç­ão excessiva, as questões de fuga à paternidad­e ganham contornos nunca antes vistos.

O fenómeno fuga à paternidad­e apenas persiste porque não temos sabido agir de forma que se erradique essa prática.

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