PRO­JEC­TOS ESTRUTURANTES

Jornal de Economia & Financas - - Entrevista -

Não. De­ve­mos en­ten­der que são pro­jec­tos estruturantes. Os in­ves­ti­men­tos de ca­bos de co­mu­ni­ca­ção in­ter­na­ci­o­nal, fi­bra óp­ti­ca e An­go­Sat são pro­jec­tos con­ju­ga­dos para me­lho­ria das te­le­co­mu­ni­ca­ções co­mo um to­do para o país. Eles co­o­pe­ram para o mes­mo ob­jec­ti­vo que é le­var da­dos de in­for­ma­ção do pon­to A ou B a uma mai­or velocidade pos­sí­vel de for­ma que a ha­ja mai­or flui­dez na in­for­ma­ção, são co­mo vá­ri­as au­to-es­tra­das e vi­as ex­pres­sas para me­lhor cir­cu­la­ção sem con­ges­ti­o­na­men­to. Estamos num bom ca­mi­nho. Os ca­bos sub­ma­ri­nos que per­mi­tem a li­ga­ção in­ter­na­ci­o­nal, as cha­ma­das au­to-es­tra­das de co­mu­ni­ca­ção a ní­vel in­ter­con­ti­nen­tal de In­ter­net co­mo o ca­bo sub­ma­ri­no que li­ga An­go­la à Eu­ro­pa e An­go­la à Amé­ri­ca. Es­te úl­ti­mo, re­cen­te­men­te inau­gu­ra­do, vai fa­ci­li­tar a co­mu­ni­ca­ção do país com o ex­te­ri­or de An­go­la, con­cor­ren­do para a di­mi­nui­ção dos cus­tos que os ope­ra­do­res ti­nham nas li­ga­ções in­ter­na­ci­o­nais. É um pas­so fir­me que se tem da­do para que em bre­ve tre­cho pos­sa­mos be­ne­fi­ci­ar des­ses ser­vi­ços com pre­ços mais re­du­zi­dos e com mai­or qua­li­da­de. Acho po­si­ti­vo por­que es­tá a ter um im­pac­to pú­bli­co es­pe­ra­do. Ini­ci­al­men­te pre­via que ti­ves­se uma lar­gu­ra de banda su­fi­ci­en­te para um de­ter­mi­na­do número de uti­li­za­do­res que pos­sam ace­der à In­ter­net e ter aces­so a ser­vi­ços bá­si­cos co­mo usar as re­des so­ci­ais, tro­car e-mails, en­tre ou­tras. As ban­das lar­gas são li­mi­ta­das. O ob­jec­ti­vo do Es­ta­do é que a banda larga con­tri­bua para a me­lho­ria da con­di­ção de vi­da do ci­da­dão, fa­ci­li­tan­do ope­ra­ções com Ter­mi­nal de Pa­ga­men­to Au­to­má­ti­co (TPA). Além dis­so, os jo­vens po­dem ter au­las em áre­as afins que lhes do­te de ha­bi­li­da­des pro­fis­si­o­nais para po­der de­sem­pe­nhar uma ac­ti­vi­da­de lu­cra­ti­va. Te­mos de­sa­fi­os, mas há con­di­ções para o fa­zer e ex­pan­dir.

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