Go­ver­no in­ter­di­ta cir­cu­la­ção na via pú­bli­ca

Jornal Economia and Finanças - - LAZER -

O Go­ver­no an­go­la­no vai in­ter­di­tar, a par­tir das ze­ro de ho­je, a cir­cu­la­ção e a per­ma­nên­cia de pes­so­as na via pú­bli­ca, de­ven­do os ci­da­dãos es­ta­rem sub­me­ti­dos ao re­co­lhi­men­to do­mi­ci­li­ar, no qua­dro das me­di­das de con­ten­ção à propagação da pan­de­mia coronavíru­s (COVID-19).

Se­gun­do o mi­nis­tro da Ad­mi­nis­tra­ção do Ter­ri­tó­rio e Reforma do Es­ta­do, Adão de Al­mei­da, ex­cep­ci­o­nal­men­te, os ci­da­dãos po­de­rão go­zar do di­rei­to de cir­cu­la­ção em si­tu­a­ções de des­lo­ca­ções ur­gen­tes pa­ra a aqui­si­ção de bens e ser­vi­ços es­sen­ci­ais. Na lis­ta de ex­cep­ções es­tão tam­bém as si­tu­a­ções em que o ci­da­dão de­sem­pe­nha ac­ti­vi­da­de profission­al em ins­ti­tui­ções em fun­ci­o­na­men­to du­ran­te a vi­gên­cia do es­ta­do de emer­gên­cia.

Em con­fe­rên­cia de im­pren­sa, Adão de Al­mei­da su­bli­nhou que o re­gi­me de ex­cep­ção se es­ten­de à cir­cu­la­ção de pes­so­as pa­ra ob­ten­ção de cui­da­dos de saú­de, en­tre­ga de bens alimentare­s ao do­mi­cí­lio, a as­sis­tên­cia a pes­so­as vul­ne­rá­veis, par­ti­ci­pa­ção a ac­ções de vo­lun­ta­ri­a­do e a bus­ca de ser­vi­ços ban­cá­ri­os.

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