"NA­CI­O­NAL" AR­RAN­CA AMA­NHÃ EM BENGUELA

Fal­ta de con­di­ções na Lun­da-Nor­te for­ça trans­fe­rên­cia pa­ra ci­da­de das Acá­ci­as Ru­bras

Jornal dos Desportos - - PORTADA - HELDER JE­RE­MI­AS

Adi­rec­ção da Fe­de­ra­ção An­go­la­na de Té­nis e a Associação Pro­vin­ci­al de Benguela efec­tu­am os úl­ti­mos acer­tos or­ga­ni­za­ti­vos em vol­ta da re­a­li­za­ção do Cam­pe­o­na­to Na­ci­o­nal de se­ni­o­res, em am­bos os se­xos, a de­cor­rer a par­tir de ama­nhã, sex­ta-fei­ra, até do­min­go, no cam­po do Clu­be de Té­nis de Benguela.

A reu­nião téc­ni­ca te­ve lu­gar on­tem na se­de do clu­be an­fi­trião, sob li­de­ran­ça do presidente do ór­gão rei­tor da mo­da­li­da­de, Ma­ti­as Cas­tro da Sil­va, na se­de da associação lo­cal, na qual es­ti­ve­ram pre­sen­tes atle­tas e di­ri­gen­tes dos clu­bes par­ti­ci­pan­tes, pro­ve­ni­en­tes das pro­vín­ci­as de Ca­bin­da, Huí­la, Lun­da Nor­te e Lu­an­da, pa­ra além dos re­pre­sen­tan­tes dos dois clu­bes da pro­vín­cia an­fi­triã.

O Na­ci­o­nal de Té­nis ti­nha co­mo lo­cal pre­vis­to, a pro­vín­cia da Lun­da-Nor­te, mas as pre­cá­ri­as con­di­ções do re­cin­to que ha­ve­ria de aco­lher o cer­ta­me es­tão na ba­ses da al­te­ra­ção do lo­cal, nu­ma al­tu­ra em que o Clu­be de Té­nis de Benguela é re­fe­ren­ci­a­do en­tre os mais or­ga­ni­za­dos e com ex­ce­len­tes con­di­ções, pa­ra se tor­nar pal­co da pro­va do­més­ti­ca de mai­or mag­ni­tu­de.

A ca­pi­tal do país, Lu­an­da, se fa­rá re­pre­sen­tar com as for­ma­ções do Clu­be de Té­nis de Lu­an­da, o 1º de Agos­to e a Lu­an­da In­ter­na­ti­o­nal Te­nis Aca­demy; a Lun­da Nor­te con­ta com o Sa­gra­da Es­pe­ran­ça e a Em­pre­sa Na­ci­o­nal de Dis­tri­bui­ção de Ener­gia; a pro­vín­cia aco­lhe­do­ra es­ta­rá na pro­va com o Clu­be Ba­na­nei­ras do Ca­va­co e o Clu­be de Té­nis de Benguela, ao pas­so que a Huí­la e Ca­bin­da tam­bém con­tam com mais de uma agre­mi­a­ção ca­da.

O Presidente do Clu­be de Té­nis de Benguela, Du­da For­tu­na­to, dis­se á re­por­ta­gem do Jor­nal dos Des­por­tos que a ins­ti­tui­ção que di­ri­ge es­tá mui­to sa­tis­fei­ta pe­la de­ci­são da ac­tu­al di­rec­ção em trans­fe­rir a com­pe­ti­ção pa­ra a ci­da­de das Acá­ci­as Ru­bras, uma vez que, além das me­lho­res con­di­ções de que dis­pões em ter­mos de in­fra-es­tru­tu­ras, a sua lo­ca­li­za­ção ge­o­grá­fi­ca vai fa­ci­li­tar a pre­sen­ça de to­das equi­pas na­ci­o­nais, que mas­si­fi­cam a mo­da­li­da­de.

O di­ri­gen­te sus­ten­ta a sua afir­ma­ção pe­lo fac­to da ac­tu­al con­jun­tu­ra eco­nó­mi­ca não per­mi­tir, á ti­tu­lo de exem­plo, que as equi­pas ben­gue­len­ses pos­sam cus­te­ar as pas­sa­gens e es­ta­dia na Lun­da -Nor­te, lo­cal an­tes pre­vis­to pa­ra a re­a­li­za­ção do na­ci­o­nal, pe­lo que acre­di­ta que a mes­ma si­tu­a­ção tam­bém é vi­ven­ci­a­da pa­las de­mais agre­mi­a­ções exis­ten­tes no país.

En­tre­tan­to, Du­da For­tu­na­to apro­vei­ta pa­ra ape­lar uma mai­or co­e­são en­tre os agen­tes des­por­ti­vos, no sen­ti­do de apoi­ar a ac­tu­al di­rec­ção nos es­for­ços que tem vin­do a efec­tu­ar em prol do res­ga­te da vi­ta­li­da­de do té­nis, que pas­sa pe­la nor­ma­li­za­ção das com­pe­ti­ções in­ter­nas e pre­sen­ça re­gu­lar de An­go­la nas pro­vas de ca­ris in­ter­na­ci­o­nal.

"Benguela sem­pre se pau­tou pe­la in­tran­si­gên­cia no que tan­ge a mas­si­fi­ca­ção, não obs­tan­te as li­mi­ta­ções do pon­to de vis­ta ma­te­ri­al, pe­lo que aco­lhe­mos, com agra­do, a de­ci­são da fe­de­ra­ção em trans­fe­rir o cam­pe­o­na­to na­ci­o­nal pa­ra a nos­sa pro­vín­cia. Mas é de re­al­çar que tu­do só es­tá a ser pos­sí­vel, por­que a fe­de­ra­ção cri­ou as con­di­ções ne­ces­sá­ri­as pa­ra o efei­to", afe­riu Du­da For­tu­na­to.

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Co­mi­té Or­ga­ni­za­dor tra­ba­lha pa­ra o êxi­to da com­pe­ti­ção

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