Jornal dos Desportos : 2018-11-26

FUTEBOL : 4 : 4

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FUTEBOL Segunda-feira, 26 de Novembro de 2018 2018/19 PRESIDENTE DO CAÁLA "CASO" INSCRIÇÃO NZOLANI PEDRO O “Existe má fé do presidente da APF” Dirigente do Santa Rita de Cássia FC desmente haver irregularidades na inscrição da equipa VALTER GOMES, O presidente do Santa Rita de Cássia FC do Uíge, Nzolani Pedro, desmentiu a informação posta a circular pela Associação Provincial de Futebol local (APFU) nos órgãos de comunicação social, que afirma haver irregularidades no processo de inscrição do referido clube que compete no Girabola Zap 2018/2019. Nzolani Pedro, que falava em exclusivo ao Jornal dos Desportos, assegurou que todo dossier foi entregue completo, assinado e devidamente verificados pela APF do Uíge e a FAF fez a sua recepção. “Se o presidente da APF (Agostinho Neves António) faz informações de irregularidades, isso mostra que existe mentira e pouca fé de ver o clube progredir”, disse. O presidente explicou que se trata de problemas pessoais e não com a legalidade do processo do clube, por isso, assegurou e tranquilizou o público, que o Santa Rita de Cássia está legal e apto para trilhar o seu caminho normalmente no Girabola Zap 2018/2019. Nzolani Pedro esclareceu que, aquando da realização das eleições da nova direcção da APF do Uíge, havia duas listas, sendo uma A e a outra B. Após a recepção das mesmas, o Santa Rita seguiu a leitura dos programas no qual a lista B é que convinha ao clube, assim como mais seis clubes a favor desta mesma lista, e um apenas para a A. Depois da aprovação do dossier pela comissão eleitoral, ficou prometido da APF, foi aprovado, por unanimidade, que o estádio 4 de Janeiro ficasse sob responsabilidade do Cube Santa Rita, o que não aconteceu, e quando precisamos treinar não temos acesso fácil, somos obrigados a procurar outros lugares impróprios. Se o governo provincial está preocupado em apoiar o clube, não faz sentido o clube pagar novamente o mesmo dinheiro a um outro singular. Não faz sentido, que um clube de casa passe por várias dificuldades, para realizar um treino no referido campo. Se lá fora temos facilidade com os amigos e colegas de outras equipas, que nos facilitam a realização dos treinos e aqui que é a nossa casa? Esperamos que o governo da província resolva esta situação”, sustentou. onde o Santa Rita de Cássia FC, várias vezes, encontra dificuldades para realização de treinos. “O presidente da APF é também o dono da empresa Kipe Empreendimento, responsável pela gestão do Estádio Municipal 4 de Janeiro, que fere não só a Lei da Probidade Administrativa, mas também os regulamentos da Federação Angolana de Futebol”, disse. O presidente do Santa Rita de Cássia FC fez saber que o governo do Uíge, no último encontro que teve com a direcção da APF, orientou esta no sentido de entregar a responsabilidade do estádio 4 de Janeiro à equipa, o que não aconteceu até agora. “No último encontro que o governo da província teve com a direcção o dia seguinte para publicação dos resultados e a observação dos votos, facto que não aconteceu. “Tudo ficou inviabilizado, fomos informados de que havia apenas um clube que estava legalizado e que era permitido a votar, porque que os demais estavam ilegais, o que não corresponde a verdade. O facto de o Santa Rita ter votado na lista B e não na A, onde figurava o actual presidente da APF, foi um dos motivos para começarem os problemas entre a APF e a direcção do Clube Santa Rita”, referiu. Outra questão em causa, segundo Nzolani Pedro, é o facto do presidente da APF do Uíge ser o gestor do Estádio Municipal 4 de Janeiro,

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