1º de Agos­to am­bi­ci­o­na mar­car em ca­sa do ad­ver­sá­rio

Jornal dos Desportos - - FUTEBOL -

O téc­ni­co-adjunto do 1ºA­gos­to, Ivo Tra­ça, afir­mou on­tem, ao Jornal

dos Des­por­tos, que têm a am­bi­ção de mar­car mais golos no jo­go da pró­xi­ma quar­ta-fei­ra, às 16h00, di­an­te da for­ma­ção do AS Otôho D´oyo do Con­go Braz­za­vil­le, em de­sa­fio re­fe­ren­te a se­gun­da mão da primeira eli­mi­na­tó­ria de aces­so à fa­se de gru­pos da Li­ga dos Clu­bes Campeões Afri­ca­nos. "O ob­jec­ti­vo do 1º de Agos­to é ir lá pa­ra fa­zer golos, por­que se for­mos pa­ra de­fen­der­mos o re­sul­ta­do fi­ca­mos mui­to vul­ne­rá­veis e pode nos sair ca­ro. Daí que va­mos com o nos­so ADN pa­ra jogar e fa­zer­mos um ou dois golos se for pos­sí­vel", dis­se o an­ti­go mé­dio militar no fi­nal do trei­no re­a­li­za­do no es­tá­dio Fran­ça Nda­lu. O treinador re­co­nhe­ceu o va­lor do ad­ver­sá­rio e su­bli­nhou que ago­ra co­nhe­cem me­lhor o opo­si­tor e que vão com a lição bem es­tu­da­da pa­ra con­se­guir um re­sul­ta­do po­si­ti­vo que lhes garanta a pas­sa­gem na eli­mi­na­tó­ria.

"A equi­pa do Con­go mos­trou ser um ad­ver­sá­rio for­te. Sabe jogar e que tem um con­cei­to de futebol mui­to apurado, mas já co­nhe­ce­mos es­ta equi­pa e va­mos com a lição bem es­tu­da­da. Acre­di­ta­mos que va­mos fa­zer um bom jo­go na ca­sa de­les", re­al­çou.

O re­sul­ta­do da primeira mão dá ga­ran­ti­as de vol­tar a fa­zer um se­gun­do jo­go com se­gu­ran­ça e fa­zer com que o ad­ver­sá­rio pro­va do mes­mo ve­ne­no. "O re­sul­ta­do da primeira mão dá-nos ga­ran­ti­as, mas não gos­ta­ría­mos de so­frer mais dois jo­gos", ad­ver­tiu. "Não é na­da bom em jo­gos de eli­mi­na­tó­ri­as so­frer­mos em ca­sa dois golos. So­frer um já é com­pli­ca­do, qu­an­do são dois tor­na-se ain­da mais de­li­ca­do. Já co­nhe­ce­mos me­lhor o ad­ver­sá­rio e que­re­mos con­trapô-los da mes­ma for­ma co­mo eles con­se­gui­ram fa­zer, dois golos em nos­sa ca­sa. Acre­di­to que po­de­mos tam­bém fa­zer o mes­mo lá", fri­sou Ivo Tra­ça. O porta-voz da equi­pa técnica militar re­co­nhe­ceu que en­tra­ram pres­si­o­na­dos, por tudo o que fi­ze­ram nes­ta pro­va na épo­ca an­te­ri­or e com a goleada apli­ca­da pe­lo ar­qui-ri­val Pe­tro de Lu­an­da, um dia an­tes. "A equi­pa não en­trou des­con­cen­tra­da", avaliou

"Eu di­ria que en­trou pres­si­o­na­da, em fun­ção do trabalho fei­to na edição pas­sa­da. A exigência dos nos­sos adeptos, da imprensa e de­pois com o re­sul­ta­do do Pe­tro, de 4-0, es­pe­ra­vam mui­to mais da nos­sa equi­pa. A pres­são foi no bom sen­ti­do, da res­pon­sa­bi­li­da­de de que­rer ga­nhar o jo­go a qual­quer custo", re­fe­riu.Ivo Tra­ça avan­çou ain­da que não ten­ci­o­nam vol­tar a pas­sar por es­ta ex­pe­ri­ên­cia no de­sa­fio de quar­ta-fei­ra, pe­lo que, es­tão mais con­cen­tra­dos e con­fi­an­tes pa­ra não jo­ga­rem sobre tensão. "Não que­re­mos que is­so vol­te a acontecer, pois, estamos mais con­cen­tra­dos", con­cluiu. O cam­peão na­ci­o­nal vi­a­ja ho­je às 12h00 pa­ra o Con­go Braz­za­vil­le, on­de re­a­li­zam dois trei­nos.

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