“O CAN é uma pro­va de re­sis­tên­cia”

Jornal dos Desportos - - FUTEBOL -

Jo­a­quim Di­nis afir­ma, que além do blo­queio ge­ral, fal­tou, tam­bém, per­nas aos atle­tas na­ci­o­nais. De­fen­de, que num ou­tro ti­po de com­pe­ti­ção, o Ma­li jamais em­pa­ta­ria.

"O CAN é uma pro­va de re­sis­tên­cia, em que se vai bus­car tu­do, o que vo­cê acu­mu­lou des­de cri­an­ça. São jo­gos de gran­de res­pon­sa­bi­li­da­de e o atle­ta tem de es­tar pre­pa­ra­do, por­que há um cur­to in­ter­va­lo en­tre os jo­gos, is­so, tam­bém pe­sou", dis­se.

A frus­tra­ção do em­pa­te foi mais pa­ra os atle­tas, por­que ti­nham os ma­li­a­nos en­cra­va­dos na gar­gan­ta. O Brin­ca N'areia re­ve­lou, que os 4-0 que An­go­la le­vou num amis­to­so em Fran­ça, ain­da com Ma­bi de Al­mei­da, cri­ou uma re­vol­ta no bal­neá­rio.

"Aque­la der­ro­ta fi­cou gra­va­da na men­te dos atle­tas, por­que le­va­ram um bai­le, a nos­sa televisão pas­sou em di­rec­to. Qu­an­do che­gou o dia do jo­go, to­dos di­zi­am que se­ria di­fí­cil, por­que o pen­sa­men­to ain­da es­ta­va nos 4-0, mas pa­ra a sur­pre­sa de to­dos en­tra­mos bem, che­ga­mos aos 4-0, de­pois veio o res­to, is­so, con­di­ci­o­nou-nos pe­lo res­to do CAN", la­men­tou.

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