Jornal dos Desportos : 2019-09-09

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MODALIDADE­S

MODALIDADE­S Segunda-feira, 9 de Setembro de 2019 Veterano Eduardo Mingas terminou a prova com apenas quatro pontos marcados MELO CLEMENTE sendo três durante a fase preliminar da aludida competição e dois para as classifica­tivas do décimo sétimo ao trigésimo segundo lugar da 18ª edição da Copa do Mundo, prova que pela primeira vez está a ser disputada em cinco cidades da República Popular da China, a Selecção Nacional marcou apenas trezentos e cinquenta (350) pontos, o que representa uma média de setenta (70) pontos anotados por cada encontro, tendo sofrido nada mais, nada menos, do que quatrocent­os e trinta e cinco (435) pontos, obtendo por isso, uma média de oitenta e sete (87) pontos sofridos em cada partida. Quatro atletas marcaram mais de metade dos pontos dos hendecacam­peões africano, com duzentos e dezasseis (216) pontos. Trata-te do capitão Carlos Morais, Yanick Moreia, Valdelício Joaquim e Gerson Gomingos, respectiva­mente. Morais terminou a 18ª edição da Copa do Mundo, com 63 pontos, o que representa uma média de 12, 6 pontos marcados por cada encontro, sendo por isso, o melhor artilheiro da Selecção Nacional, seguido de Yanick Moreira, com sessenta (60) pontos (media de 12 pontos), e Valdelício Joaquim, com 58 pontos, respectiva­mente. Já o base do Grupo Desportivo Interclube, Gerson Domingos, encerrou a competição, com 35 pontos, menos uma partida, ao passo que o veterano Eduardo Mingas, atleta que terminou o seu ciclo a nível da Selecção Nacional, acabou a prova com apenas quatro pontos marcados. Yanick Moreira que disputou a sua segunda Copa do Mundo, depois da estreia em 2014, na Espanha, foi ainda o atleta mais utilizado pelo selecciona­dor nacional com cento e trinta e oito (138) minutos, ao passo que Hermenegil­do M´bunga e Eduardo Mingas foram os jogadores menos utilizados, com nove minutos, contra nove quinze minutos e 38 segundos do poste do Clube Central das Forças Armadas Angolanas. Os números produzidos pelo cinco nacional na Copa do Mundo da China não fugiu muito daquilo que conseguiu durante o estágio pré-competitiv­o. Entretanto, na cidade de Kunshan, a Selecção Nacional efectuou cinco jogos amistosos, sendo três no torneio internacio­nal, e outros dois, diante da formação campeã chinesa (Liaoning). O combinado nacional somou três derrotas, tendo conseguido apenas dois triunfos. Os hendecamep­ões africanos começaram o torneio com derrota, diante da forte selecção do Porto Rico, décimo sexto classifica­do do ranking mundial, com 458, 7 pontos, por 64-66, ao passo que o segundo desaire foi frente ao país anfitrião da Copa do Mundo, por 62-73. Frente a selecção de esperanças da Croácia, cinco nacional venceu por vinte (20) pontos de diferença (93-73) e terminou o torneio em terceiro lugar, encaixando cinquenta mil dólares norte-americanos (Usd 50). Seguiram-se mais dois amistosos, desta, frente a formação campeã chinesa, Liaoning, com quem perdeu na primeira partida, por 70-71, tendo vencido a segunda partida, por 81-66. No torneio das quatro nações com selecções mundialist­as, a Selecção Nacional somou apenas derrotas, curiosamen­te, todas por números expressivo­s. O combinado nacional perdeu com as similares da República Checa, Lituânia e Coreia do Sul, por 65-84, 56-91 e 76-91, respectiva­mente. Entretanto, em oito partidas disputadas durante o estágio pré-competitiv­o, os comandados do técnico Will Voigt marcaram quinhentos e sessenta e sete (567) pontos, o que representa uma média de setenta e um pontos marcados por cada encontro, tendo sofrido seiscentos e quinze (615) pontos, obtendo a média de 77 pontos sofridos por cada desafio. A Selecção Nacional de basquetebo­l em seniores masculinos terminou ontem a sua participaç­ão na 18ª edição da Copa do Mundo da "bola ao cesto" da República Popular da China, com uma derrota sobre a Tunísia, por 84-86, desafio onde o cinco nacional voltou a falhar no capitulo defensivo. Aliás, os números produzidos pelos hendecacam­peões africanos durante a fase final da 18ª edição da Copa do Mundo, competição que encerra a 15 do mês em curso, com a disputa da grande final, atesta perfeitame­nte as suas fragilidad­es, sobretudo no sector defensivo. Desde que o técnico norteameri­cano, Will Voigt, assumiu os destinos do combinado nacional, isto em 2017, que a Selecção Nacional tem produzidos números sofríveis, quer no capítulo defensivo, quer no aspecto ofensivo. Dos cincos jogos realizados,

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