90's sportswe­ar

Super Fashion - - Homens -

A mo­da rei­ven­ta-se. Em to­dos os es­ti­los. O es­ti­lo des­por­ti­vo es­tá sem­pre up, por­que é con­for­tá­vel, mas as pro­pos­tas vão ago­ra pa­ra os mo­de­los de há qua­se 20 anos. O sportswe­ar dos 90's é co­ol!

com ska­te de lu­xo da Hermès é ou­tra coi­sa

A Hermès, a mai­son fran­ce­sa de pro­du­tos de lu­xo, ha­bi­tu­ou-nos so­bre­tu­do aos seus fan­tás­ti­cos pro­du­tos em cou­ro e pe­le. Mas a grif­fe quis ino­var e de­ci­diu alar­gar o seu ca­tá­lo­go aos pro­du­tos de stre­etwe­ar. E sur­pre­en­deu com o lan­ça­men­to de ska­tes co­mo o seu mo­no­gra­ma. Ade­rin­do ao es­ti­lo mui­to co­ol dos ska­te­ars, a Hermès lan­çou três mo­de­los des­te aces­só­rio des­por­ti­vo, com dois ta­ma­nhos di­fe­ren­tes pa­ra ca­da print. O de­sign, co­mo era de es­pe­rar, é úni­co e tem a as­si­na­tu­ra de Fran­çoi­se de La Per­riè­re e Hen­ri d’Origny. Os ska­tes de lu­xo vão es­tar dis­po­ní­veis a par­tir do fi­nal de Se­tem­bro.

De ni­ro vol­ta ao "pal­co" da er­me­ne­gil­do Zeg­na

Robert De Ni­ro é da­que­les ato­res de ci­ne­ma que fa­zem par­te do nos­so ima­gi­ná­rio ci­ne­ma­to­grá­fi­co, ou não ti­ves­se si­do já dis­tin­gui­do com dois ós­ca­res pe­la Aca­de­mia de Hollywo­od, en­tre tan­tos ou­tros pré­mi­os. De­pois do ve­rão, vol­ta, aos 74 anos, a ser o ros­to da cam­pa­nha da Er­me­ne­gil­do Zeg­na pa­ra a co­le­ção de In­verno 2017. A co­le­ção, com um con­cei­to in­ti­tu­la­do "De­fi­ning Mo­ments", foi fo­to­gra­fa­da pe­la len­te de Ben­ja­min Mil­le­pi­ed, em No­va Ior­que.

co­le­ção 1858 da ont­blanc ao es­ti­lo re­tro

A suí­ça Mont­blanc lan­çou uma co­le­ção vin­ta­ge li­mi­ta­da. A no­va li­nha 1858 é apre­sen­ta­da nu­ma cai­xa de bron­ze e faz re­fe­rên­ci­as a pe­ças re­tro da mar­ca, um dos gran­des fe­ti­ches do uni­ver­so mas­cu­li­no. Os mo­de­los são di­fe­ren­ci­a­dos com o lo­go da Mont­blanc da épo­ca a que re­me­tem. Os três mo­de­los in­clu­em to­da a tra­di­ção dos cro­nó­gra­fos de Mi­ner­va da dé­ca­da de 1930. São eles o Ch­ro­no­me­ter Ta­chy­me­ter Li­mi­ted Edi­ti­on 100 (sob con­sul­ta, por­que fo­ram fa­bri­ca­das ape­nas 100 uni­da­des), 1858 Au­to­ma­tic e Au­to­ma­tic Du­al Ti­me. Os dois pri­mei­ros es­tão dis­po­ní­veis ape­nas por en­co­men­da.

a pri­mei­ra co­le­ção mas­cu­li­na da les Pe­tits Jou­eurs

A Les Pe­tits Jou­eurs de­ci­diu fa­zer a sua pri­mei­ra in­cur­são na mo­da mas­cu­li­na. Es­ta é uma mar­ca mui­to mo­der­na de bol­sas e aces­só­ri­os. E os aces­só­ri­os da li­nha es­pe­ci­al­men­te de­se­nha­da pa­ra ho­mens são fei­tos de ma­te­ri­al de qua­li­da­de, co­mo o cou­ro de be­zer­ro e o saf­fi­a­no. A co­le­ção é cons­ti­tuí­da por car­tei­ras, mo­chi­las, bol­sas pa­ra lap­top e pa­ra o te­le­mó­vel e é em­be­le­za­da com de­se­nhos de per­so­na­gens ani­ma­das e até apli­ca­ções de Le­go. Mui­to co­ol!

Qu­em vi­si­ta Lu­ang Pra­bang não de­ve dei­xar de as­sis­tir, e até par­ti­ci­par, no ri­tu­al lo­cal de ofe­re­ci­men­to das al­mas e, ob­vi­a­men­te, pas­se­ar de bar­co pe­lo mí­ti­co Rio Me­kong. Aqui va­le tam­bém uma vi­si­ta ao cen­tro his­tó­ri­co da ci­da­de e aos seus fa­bu­lo­sos mu­seus. Vi­a­jan­do em di­re­ção ao sul, de­pa­ra-se com uma pai­sa­gem in­crí­vel com pe­que­nas al­dei­as e imen­sos cam­pos de ar­roz - os lu­ga­res que va­lem mes­mo uma pa­ra­gem são as al­dei­as de Ban Xi­engkhong e Ban Xi­en­glek on­de as gen­tes lo­cais pro­du­zem a fa­mo­sa aguar­den­te de ar­roz e as se­das ma­ra­vi­lho­sas. Há ain­da mui­tos tem­plos, ma­ges­tá­ti­cos, pa­ra co­nhe­cer e dar asas à es­pi­ri­tu­a­li­da­de. Quan­do o dia co­me­ça a fin­dar, é obri­ga­tó­rio su­bir à co­li­na Phou­si pa­ra ab­sor­ver e des­fru­tar da vis­ta pa­no­râ­mi­ca que ge­ra a li­ga­ção en­tre os ri­os Me­kong e Nam Kham. Vi­en­ti­a­ne, a ca­pi­tal do La­os, é re­ple­ta de es­tá­tu­as de bu­das, co­mo o bu­da dei­ta­do do tem­plo Pha That Lu­ang. No Bu­da Park en­con­tra-se cen­te­nas de es­tá­tu­as ma­ra­vi­lho­sas que pro­por­ci­o­nam be­los mo­men­tos de tran­qui­li­da­de.

La­os

A ca­pi­tal Ph­nom Pe­nh é agi­ta­da, caó­ti­ca. In­dis­pen­sá­vel co­nhe­cer o Pa­lá­cio Re­al e fi­car de quei­xo caí­do com o pa­vi­men­to do chão do Sil­ver Pa­vi­li­on, to­do co­ber­to em pra­ta! E pas­se­ar pa­ra ab­sor­ver a vi­da da ci­da­de e co­nhe­cer os tem­plos fa­bu­lo­sos, com des­ta­que o Wat Phon, um dos mais be­los. A ci­da­de de Da Nang foi um por­to de co­mér­cio mui­to im­por­tan­te en­tre os sé­cu­los XVII e XIX e re­ce­beu igual­men­te a clas­si­fi­ca­ção de Pa­tri­mó­nio da Hu­ma­ni­da­de pe­la UNESCO. As ru­as pe­do­nais con­vi­dam a be­los pas­sei­os e a gas­tro­no­mia lo­cal é mui­to apre­ci­a­da. Em Si­em Re­ap, Ang­kor Wat é um tem­plo, me­lhor, um com­ple­xo que ocu­pa uma lar­ga ex­ten­são - 81 hec­ta­res, só com­pa­rá­vel ao Pa­lá­cio Im­pe­ri­al de Pe­quim. Ali per­to, em Ta Prohm exis­te um dos tem­plos mais es­plen­de­ro­sos da região, com des­ta­que pa­ra as gi­gan­tes­cas e se­cu­la­res raí­zes de ár­vo­res en­tre­la­ça­das nas pe­dras dos edi­fí­ci­os. Se o prin­ci­pal in­te­res­se é praia, o tu­ris­ta vai fi­car ma­ra­vi­lha­do com Os­tres Be­a­ch, em Siha­nouk­vil­le e es­que­cer o tem­po pas­sar en­quan­to se de­li­cia com a pai­sa­gem à bei­ra mar. Ver­da­dei­ros pa­raí­sos de águas trans­pa­ren­tes são tam­bém as prai­as de Eco Di­ve e Kohn Rong Sam­lo­em.

Cam­bod­ja

Newspapers in Portuguese

Newspapers from Angola

© PressReader. All rights reserved.