Eli­mi­na a pe­dra no rim

Super Fashion - - Lifestyle Saúde -

Um dos be­ne­fí­ci­os atri­buí­dos ao con­su­mo de me­lão é aju­dar a cu­rar a pe­dra no rim, de­vi­do à gran­de presença de nu­tri­en­tes. Além dis­so, a for­te com­po­nen­te de água aju­da a pre­ve­nir a do­en­ça dos rins, que as­sim es­tão sem­pre lim­pos.

foi pa­ra ela que con­fe­ci­o­nou o seu pri­mei­ro ves­ti­do, ti­nha en­tão 12 anos. Ti­rou o cur­so de al­fai­te e abriu o seu pri­mei­ro ate­li­er em San Se­bas­ti­an em 1918. Ex­pa­diu-se pa­ra Ma­drid e Bar­ce­lo­na e em bre­ve aten­dia a al­ta aris­to­cra­cia e a fa­mí­lia re­al es­pa­nho­la. Com a Guer­ra Ci­vil Es­pa­nho­la viu-se obri­ga­do a aban­do­nar o país, mas an­tes de se es­ta­be­le­cer em Pa­ris, on­de al­ca­ça­ria o ver­da­dei­ro su­ces­so, ain­da pas­sou por Lon­dres.

A cul­tu­ra es­pa­nho­la - des­de as tou­ra­das às bai­la­ri­nas de fla­men­co - eram uma gran­de re­fe­rên­cia no tra­ba­lho de Ba­len­ci­a­ga. Uma das su­as co­le­ções mais fa­mo­sas é pre­ci­sa­men­te a de 1946, ins­pi­ra­da nas cor­ri­das de tou­ros, em que se des­ta­ca­vam os bo­le­ros ri­ca­men­te bor­da­dos. O seu es­ti­lo era úni­co e com­bi­na­va o pri­mor em cor­te e cos­tu­ra. As su­as pe­ças eram con­si­de­ra­das obras de ar­te.

Ou­tras das su­as cri­a­ções fa­mo­sas são o ves­ti­do ca­mi­sa e o ves­ti­do sa­co, que apresentou em 1957. Mas se­ria uma ano mais tar­de que da­ria a co­nhe­cer a cri­a­ção que fi­ca­ria li­ga­da pa­ra pa­ra sem­pre ao seu no­me - o ves­ti­do baby- doll.

A mai­son Ba­len­ci­a­ga so­freu mui­to com as trans­for­ma­ções so­ci­ais e cul­tu­rais da dé­ca­da de 60. O prét-à-por­ter não com­bi­na­va com a qua­li­da­de dos seus pro­du­tos e com o seu tra­ba­lho mi­nu­ci­o­so. Em 1968, Cris­tó­bal de­ci­de re­ti­rar-se. Qua­tro anos mais tar­de, a 21 de Mar­ço de 1972, aca­ba­ria por mor­rer.

A ca­sa tro­ca­ria de mãos vá­ri­as ve­zes, sem­pre sem gran­des re­sul­ta­dos, até vol­tar a sur­pre­en­der em 1997, ano em que foi con­tra­ta­do o es­ti­lis­ta Ni­co­las Ghes­quiè­re. Em 2001 foi com­pra­da pe­lo gru­po Gucci, que se­ria por sua vez ad­qui­ri­do pe­lo gi­gan­te das mar­cas de lu­xo PRR, atu­al Ke­ring Group­pe. A mar­ca con­ti­nu­ou a cres­cer e a ex­pan­dir-se, da Chi­na a No­va Ior­que e a au­men­tar a sua fa­tu­ra­ção.

Ale­xan­der Wang, que pas­sou a ser o di­re­tor cri­a­ti­vo da mar­ca, no fi­nal de 2012 deu-lhe um no­vo im­pul­so, com o lan­ça­men­to de per­fu­mes, as bol­sas "clas­sic" e os sa­pa­tos de pla­ta­for­ma mui­to al­tos. Mas tam­bém aca­ba­ria por es­mo­re­cer.

Des­de ou­tu­bro de 2015 que a di­re­ção cri­a­ti­va da Ba­len­ci­a­ga es­tá nas mãos de Dem­na Gva­sa­lia, que an­tes ti­nha fei­to, jun­ta­men­te com ou­tros se­te de­sig­ners, da Ve­te­ments uma das mar­cas mais co­men­ta­das de Pa­ris. "En­con­trá­mo-nos e per­ce­be­mos o quão frus­tra­dos es­tá­va­mos. Ti­nha­mos per­di­do a di­ver­são na mo­da, no­tá­mos que era ne­ces­sá­rio fa­zer rou­pas con­tem­po­râ­ne­as, que di­a­lo­gas­sem com o ho­je", ex­pli­cou Dem­na, que an­tes tra­ba­lhou com a Louis Vuit­ton e Mai­son Mar­gi­e­la.

Foi nes­sa ener­gia e von­ta­de de ino­var que a Ba­len­ci­a­ga apos­tou. E Dem­na Gva­sa­lia trou­xe cul­tu­ra pop à mai­son.

Newspapers in Portuguese

Newspapers from Angola

© PressReader. All rights reserved.