Com­por­ta­men­to: Na­tal na ca­sa de­le ou na mi­nha?

Super Fashion - - Índice - POR MA­RIA SAN­TOS

Na­tal e Ano No­vo é o mes­mo que di­zer me­sas far­tas. Há tan­ta co­mi­da que só de olhar fi­ca­mos chei­os... mas mes­mo as­sim não re­sis­ti­mos a co­mer mais um pu­nha­do de fru­tos se­cos, mais uma fi­lhó, mais uma ra­ba­na­da, mais uma fa­tia de bo­lo. É di­fí­cil fu­gir à ten­ta­ção e quan­do aca­bam as festas la­men­ta­mos os "pe­ca­dos" que co­me­te­mos à me­sa. Pa­ra pas­sar um Na­tal mais sau­dá­vel e com me­nos guer­ras com a ba­lan­ça, mas nem por is­so me­nos sa­bo­ro­so, aqui fi­cam al­gu­mas di­cas pa­ra cor­tar nas ca­lo­ri­as. 1. UM DO­CE POR JAN­TAR

um dos gran­des pro­ble­mas da épo­ca na­ta­lí­cia é que as festas co­me­çam mui­to an­tes do Na­tal. São as festas da em­pre­sa, são os jan­ta­res com os ami­gos e se não te­mos cui­da­do quan­do chega o dia 25 de De­zem­bro já an­da­mos às tur­ras com a ba­lan­ça. Como sa­be­mos que em ne­nhum des­tes even­tos irão fal­tar os do­ces tra­di­ci­o­nais da qua­dra, es­ta­be­la­ça que não irá co­mer to­dos de uma vez numa úni­ca oca­sião. As­sim, na fes­ta da em­pre­sa po­de co­mer as ra­ba­na­das, no jan­tar com as ami­gas o tron­co de Na­tal, no al­mo­ço com o gru­po do gi­ná­sio o bo­lo rei... Po­de­rá ser um sa­cri­fí­cio ter que re­pe­lir a von­ta­de de co­mer de tu­do um pou­co, mas o seu cor­pi­nho só ga­nha­rá com is­so.

2. COR­TAR NO PRA­TO PRIN­CI­PAL

é gu­lo­sa e não ab­di­ca de pro­var uma ou du­as so­bre­mas. Ok, se es­sas ca­lo­ri­as já es­tão mais que ga­ran­ti­das en­tão fa­ça um pe­que­no es­for­ço pa­ra não en­cher de­ma-

si­a­do o pra­to prin­ci­pal. E se a re­fei­ção con­tem­plar dois pra­tos de­ve ab­di­car de um ou ape­nas pro­var cada um de­les. Não va­le a pe­na en­cher a bar­ri­ga até re­ben­tar e de­pois an­dar a quei­xar-se que não ca­be na rou­pa.

3. PRA­TO SEM­PRE VER­DE

Há um tru­que pa­ra não co­mer de­mais nos en­con­tros na­ta­lí­ci­os e que pas­sa por en­cher o pra­to de sa­la­das e le­gu­mes, dei­xan­do as­sim me­nos es­pa­ço pa­ra hi­dra­tos de car­bo­no. Quan­do os ver­des es­ti­ve­rem a aca­bar de­ve abas­te­cer ime­di­a­ta­men­te o pra­to pa­ra não ter a ten­ta­ção de co­lo­car lá al­gum ali­men­to mais ca­ló­ri­co.

4. SUBS­TI­TUIR E RE­DU­ZIR IN­GRE­DI­EN­TES

Se a pre­pa­ra­ção dos do­ces na­ta­lí­ci­os pas­sar pe­las su­as mãos, uma das di­cas que po­de ado­tar é re­du­zir as por­ções de açú­car men­ci­o­na­das na re­cei­ta. Po­de ain­da op­tar por subs­ti­tu­tos do açú­car ou pre­fe­rir o açú­car ama­re­lo ou o mas­ca­va­do que são mais sau­dá­veis que o re­fi­na­do. Po­de igual­men­te subs­ti­tuir as na­tas por io­gur­te na­tu­ral e o lei­te gor­do pelo ma­gro e usar fa­ri­nhas me­nos re­fi­na­das.

5. SEM­PRE COM O ESTÔ­MA­GO ACONCHEGADO

A ceia de Na­tal é na ca­sa de fa­mi­li­a­res e sa­be que por lá o jan­tar dá sem­pre pa­ra o tar­de? En­tão não saia de ca­sa sem co­mer uma pe­ça de fru­ta ou mes­mo uma so­pa. é que se es­ti­ver mui­tas ho­ras sem co­mer, já sa­be que o seu or­ga­nis­mo ab­sor­ve­rá tu­do o que lá cair em for­ma de gor­du­ra...

6. RE­CEI­TA TRA­DI­CI­O­NAL DE BA­CA­LHAU

Na sua ca­sa, Na­tal sem ba­ca­lhau não é Na­tal? Se a ideia é de­cla­rar guer­ra às ca- lo­ri­as, de­ve es­co­lher o pra­to tra­di­ci­o­nal, com ba­ta­tas e le­gu­mes. Os pra­tos mais re­quin­ta­dos, des­de o ba­ca­lhau es­pi­ri­tu­al ao ba­ca­lhau com na­tas, são imen­sa­men­te mais ca­ló­ri­cos. E tam­bém dão mui­to mais tra­ba­lho a fa­zer. Pou­pe-se nos dois sen­ti­dos...

7. FRI­TOS: NÃO FA­ÇA, COMPRE

Os fri­tos são o pe­ca­do mor­tal da qua­dra na­ta­lí­cia. Não há ca­sa on­de não se en­con­tre um pra­to de fi­lho­ses, de ra­ba­na­das, de aze­vi­as, de so­nhos... Na sua tam­bém é as­sim! Ape­sar de fa­zer par­te da tra­di­ção jun­tar a fa­mí­lia na co­zi­nha a amas­sar e a fri­tar, se quer mes­mo de­cla­rar guer­ra às ca­lo­ri­as de­ve op­tar por com­prar fei­to por­que irá sem­pre com­prar me­nos do que se for fei­to em fa­mí­lia - e as­sim ha­ve­rá me­nos pa­ra co­mer. no res­to da co­mi­da, pre­fi­ra sem­pre usar o forno em vez da fri­gi­dei­ra.

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