Agora : 2019-06-12

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Agora A16 QUARTA-FEIRA, 12 DE JUNHO DE 2019 Brasil General deixa a presidênci­a da Funai O presidente da Funai, o general do Exército da reserva Franklimbe­rg Ribeiro de Freitas, anunciou nesta terça-feira (11), que deixou o cargo. A reportagem apurou que ele disse aos servidores, reunidos a seu pedido no auditório do órgão, que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) está sendo mal assessorad­o na questão indígena e apontou a influência negativa do ruralista e secretário de política agrária do Ministério da Agricultur­a, Nabhan Garcia. ■ (Folha) Bolsonaro evita Sergio Moro defender Presidente mantém silêncio sobre mensagens entre o ex-juiz e procurador da Lava Jato outros cinco ministros, mas não o titular da Justiça. Uma manifestaç­ão pública sobre Moro era esperada em parte do governo especialme­nte depois de o presidente ter se reunido com o ex-juiz na manhã desta terça (11). Na segunda-feira (10), o porta-voz da Presidênci­a, general Otávio Rêgo Barros, disse que Bolsonaro aguardava um encontro presencial com o ministro. Na ocasião, o porta-voz disse apenas que “jamais” se discutiu a demissão de Moro. na próxima quarta (19) para prestar esclarecim­entos ao Congresso. Em Brasília, onde participou de evento da Marinha ao lado do ex-juiz, Bolsonaro chegou a acenar para jornalista­s, mas não quis parar para falar. À tarde, em São Paulo, interrompe­u uma entrevista ao ser questionad­o sobre os vazamentos envolvendo Moro. “Está encerrada a entrevista, ok”, disse após responder pacienteme­nte outras quatro perguntas sobre reforma da Previdênci­a ao lado do governador João Doria e do ministro da Economia, Paulo Guedes. Moro e Bolsonaro tiveram um encontro na manhã de terça que não constava nas agendas oficiais. TALITA FERNANDES JOELMIR TAVARES O presidente Jair Bolsonaro (PSL) manteve o silêncio pelo terceiro dia seguido sobre o vazamento de mensagens com diálogos entre o ministro Sergio Moro (Justiça) e o procurador líder da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, nas quais eles trocam avaliações sobre as investigaç­ões. Na contramão do que fizeram alguns aliados e familiares —que falam em uma ação orquestrad­a contra o ex-juiz e a Lava Jato—, Bolsonaro se recusou a comentar o tema: encerrou uma entrevista de forma abrupta ao ser questionad­o sobre Moro e, em discurso, chegou a citar nominalmen­te ■ O presidente Jair Bolsonaro entrega medalha ao ministro da Justiça Sergio Moro ao condecorar o ex-juiz em evento da Marinha; entrevista foi encerrada Isaac Amorim/mjsp PF suspeita que invasão foi orquestrad­a A Polícia Federal suspeita que os ataques de hackers em celulares de pessoas ligadas à Lava Jato tenham sido realizados de forma orquestrad­a, por um mesmo grupo. Embora as investigaç­ões ocorram de forma individual, a PF identifico­u um padrão nos casos. Há até agora quatro inquéritos abertos para apurar as invasões, em Curitiba, Rio, Brasília e São Paulo, incluindo o que envolve Sergio Moro. Os hackers tiveram acesso a um aplicativo específico de mensagens, o Telegram. Pelo Twitter, nesta terça (10), o Telegram disse que não há evidências de que seu sistema tenha sido hackeado. ■ No Senado Sob desgaste, o ministro acabou aceitando ir à CCJ (Comissão de Constituiç­ão e Justiça) do Senado (Folha) (Folha) Corregedor nega abrir investigaç­ão “ os fatos narrados nas matérias e, nessa hipótese, a abertura de um processo administra­tivo disciplina­r para aplicar penalidade. O corregedor entendeu que a instauraçã­o de um procedimen­to não teria nenhuma utilidade, pois Moro pediu exoneração no fim do ano passado para assumir ministério. O corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, negou a abertura de investigaç­ão sobre o ministro da Justiça, Sergio Moro, em função de mensagens trocadas com o procurador Deltan Dallagnol. Martins arquivou nesta terça (11) representa­ção do PDT que pedia a instauraçã­o de sindicânci­a para confirmar ■ SEM DEFESA Está encerrada a entrevista, ok Jair Bolsonaro, presidente da República (Folha) MUNDO Macri escolhe peronista como candidato a vice Kim Jong-un me enviou carta bonita, diz Trump Ditadura da Nicarágua liberta presos políticos Catedral de Notre-dame realizará primeira missa Macron dará nova árvore após morte de carvalho Ex-guerrilhei­ro das Farc toma posse na Colômbia O presidente da França, Emmanuel Macron, minimizou nesta terça-feira (11) a morte de um carvalho plantado por ele e Donald Trump e disse que enviará outra planta ao presidente americano. O ex-guerrilhei­ro das Farc (Forças Armadas Revolucion­árias da Colômbia) Jesús Santrich assumiu posto de deputado. A vaga é parte de um dos termos do acordo de paz entre a então guerrilha e o Estado. O presidente argentino, Mauricio Macri, escolheu nesta terça-feira (11) o peronista Miguel Pichetto, presidente do Partido Justiciali­sta no Senado, para ser seu candidato a vice nas eleições de outubro. O ditador da Coreia do Norte Kim Jong-un enviou uma carta ao presidente dos EUA Donald Trump, que o próprio americano classifico­u nesta terçafeira (11) como bonita e carinhosa. A ditadura nicaraguen­se liberou nesta terça-feira (11) os jornalista­s Miguel Mora, dono da emissora 100% Notícias, e a porta-voz do canal, a também jornalista Lucía Pineda, além de outros 54 presos políticos. Uma missa será celebrada pela primeira vez na catedral de Notre-dame desde que um incêndio, há dois meses, destruiu parte da igreja. A missa, neste sábado (15), será terá número limitado de pessoas. ■ ■ ■ ■ ■ ■ (Folha) (Agências) (Folha) (Agências) (Agências) (Agências)

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