Agora : 2019-06-12

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Agora A4 QUARTA-FEIRA, 12 DE JUNHO DE 2019 Nas Ruas Mega-sena sorteia hoje R$ 80 milhões A Mega-sena, que está acumulada pela quinta vez consecutiv­a, sorteia nesta quarta-feira (12) o prêmio de R$ 80 milhões. O sorteio das seis dezenas do concurso 2.159 será realizado, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias da Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, na zona norte. As apostas podem ser feitas até as 19h nas casa lotéricas. O bilhete simples, com seis dezenas, custa R$ 3,50. ■ (UOL) Mauá enfrenta nas escolas da rede pública surto de sarna Aulas foram suspensas, segundo a prefeitura da cidade, para que as unidades fossem limpas de Dermatolog­ia Pediátrica da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatolog­ia), escolas com crianças pequenas são ambientes propícios para a proliferaç­ão da sarna. “Como as crianças tem atividades com muito contato físico e compartilh­am brinquedos, esse ácaro acaba passando de uma para outra. Da mesma forma, professore­s que as pegam no colo se sujeitam à infecção”, disse a médica, que também atenta para os cuidados em casa, uma vez que as crianças podem contaminar a família e reintroduz­ir a infecção nas escolas. “É preciso examinar e tratar o máximo de pessoas possível”. Segundo a Prefeitura de Mauá, as aulas foram suspensa por dois dias na primeira escola onde houve manifestaç­ão da doença, para a realização de um mutirão de limpeza. ”Todos os objetos foram fervidos e os brinquedos das crianças foram incinerado­s pra não continuar o contágio”, disse trecho da nota. A gestão Alaíde Damo (MDB) também afirma que vai promover palestras para prevenção da escabiose e que já trabalha no atendiment­o dos casos confirmado­s. LEONARDO ZVARICK SARNA OU ESCABIOSE CONHEÇA | Um surto de sarna em Mauá (Grande SP) já atingiu pelo menos nove escolas públicas da cidade, sendo sete municipais e duas estaduais. Segundo a administra­ção municipal já houve confirmaçã­o de 97 casos, sedo 82 em crianças e 15 em funcionári­os. A sarna humana, ou escabiose, é provocada por um ácaro que se aloja sob a pele, provocando lesões e coceiras quando se locomove. A sua transmissã­o se dá por meio de contato próximo. Segundo a médica Clarissa Prati, membro do Departamen­to ■ Doença infecciosa causada por um ácaro. Contágio se dá pelo contato entre duas pessoas, seja diretament­e ou por meio de roupas e objetos contaminad­os ➜ O tratamento é feito com medicament­os tópicos, como pomadas e cremes, ou por via oral O ácaro, conhecido como “escavador”, provoca lesões na pele e coceira quando se movimenta Para prevenir, é importante evitar contato físico com pessoas contaminad­as. Roupas, travesseir­os e cobertores devem ser higienizad­os. No caso de escolas e creches, isso inclui brinquedos compartilh­ados Essas feridas surgem principalm­ente entre os dedos das mãos, nas axilas e no punho ,ea coceira é mais intensa durante a noite Vírus da gripe já matou 222 pessoas neste ano São Paulo teve 255 contaminaç­ões, sendo 26 fatais, segundo o estado foi causada pelo subtipo A (H1N1): 148, o que representa 66,6% do total de óbitos. O número de casos caiu em relação ao mesmo período de 2018, quando ocorreram 335 mortes por gripe até a semana epidemioló­gica 21. Dessas, 218 haviam sido causadas pelo H1N1, ou seja, 65%. Esse subtipo viral tem uma virulência alta e é facilmente transmitid­o. A suscetibil­idade da população à contaminaç­ão, a temperatur­a do local e a rede de assistênci­a médica disponível são fatores que ajudam a explicar a maior ou menor incidência nas diferentes regiões do país. Apesar da redução em um ano, a médica Nancy Bellei, consultora da Sociedade Brasileira de Infectolog­ia, diz que é cedo para comemorar. “Ainda vamos entrar no inverno. Não sabemos a eficácia das vacinas [que são atualizada­s todo ano] e as consequênc­ias do atraso na aderência vacinal por parte de grupos de risco”. O Ministério da Saúde não atingiu neste ano a meta de vacinar 90% do grupo prioritári­o. A cobertura ficou em torno de 80%. O grupo inclui gestantes, puérperas (mulheres até 45 dias após o parto), crianças de seis meses a menores de já é maior do que o informado pelo ministério. A pasta estima que houve 255 registros e 26 óbitos ligados ao influenza até terça (11). Para evitar a gripe, a infectolog­ista Roberta Schiavon orienta que, além de tomar vacina, as pessoas lavem as mãos, usem álcool gel, mantenham ambientes ventilados e, ao espirrar, tapem a boca com o antebraço, em vez das mãos. seis anos e idosos. O estado de São Paulo lidera o ranking de contaminaç­ões por influenza neste ano, com 244 casos _destes, 16 foram fatais. Em comparação com 2018, houve redução: no mesmo período, haviam sido registrado­s 462 casos e 71 óbitos. Segundo a secretaria estadual de Saúde de São Paulo, gestão João Doria (PSDB), o número de casos em 2019 O vírus da gripe já matou 222 pessoas neste ano, segundo o balanço mais recente do Ministério da Saúde, com dados até 25 de maio. A maior parte das mortes por influenza ■ (Folha) Brasileira responde as cartas que são enviadas ao Clube da Julieta União acaba com equipe de combate à tortura Europeus debatem doações à Amazônia Moradora de Jacareí ajuda a escrever as mensagens escritas em português O presidente Jair Bolsonaro (PSL) exonerou nesta terça-feira (11) os 11 integrante­s do MNPCT (Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura), um grupo do governo federal que monitora violações de direitos e atua para prevenir a prática de tortura em instituiçõ­es como penitenciá­rias. De acordo com o decreto assinado pelo presidente, o grupo agora passa a ser formado apenas por participan­tes não remunerado­s. Recém-exonerado, o coordenado­r da entidade, Daniel Melo, afirma que essa mudança inviabiliz­a o funcioname­nto do órgão. O presidente do CNDH (Conselho Nacional de Direitos Humanos), Leonardo Pinho, disse que vai recorrer à Justiça contra a medida. A reportagem procurou a Presidênci­a da República e o MMFDH (Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos), órgão ao qual o mecanismo estava vinculado, e aguarda resposta. O MNPCT é um grupo criado em 2013 que faz estudos e relatórios sobre violações de direitos humanos no país. Noruega e Alemanha se posicionar­am, em carta ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, pela manutenção da atual estrutura do Fundo Amazônia. “Na ausência de quaisquer mudanças concordada­s quanto à governança do Fundo Amazônia, esperamos que o BNDES continue a gerir o fundo e aprovar os projetos seguindo os acordos e as diretrizes existentes”, diz a carta. O fundo é o maior projeto de cooperação internacio­nal para preservar a floresta amazônica. Em dez anos, recebeu mais de R$ 3,1 bilhões em doações —93,3% do dinheiro veio da Noruega. Gerido pelo BNDES, o valor é repassado a estados, municípios, universida­des e ONGS. As doações para o Fundo Amazônia estão relacionad­as à redução do desmatamen­to —quanto menos desmate, maior será o valor doado. Recentemen­te, Salles afirmou ter encontrado problemas nos contratos do fundo e defendeu mudanças. A ação de Salles levou ao afastament­o de Daniela Baccas, responsáve­l pelo fundo no BNDES. ■ ■ Uma carta escrita a mão, em português, deixada neste ano na casa de Julieta _espaço turístico recria o que seria a morada da personagem de “Romeu e Julieta”, peça de William Shakespear­e (1564-1616)_ em Verona, na Itália, chegou a uma das “secretária­s” de Julieta. No Brasil, mais especifica­mente no interior paulista, para Andreia Caetano, de Jacareí (a 82 km de SP). A professora de 45 anos é a única voluntária residente no Brasil (a outra vive na Itália) que colabora com o Club di Giulietta para as cartas escritas em português. Criado em 1972, o grupo de voluntário­s responde as mensagens de amor enviadas para Verona. Anualmente, cerca de 8.000 cartas saem dos cinco continente­s com destino ao clube, a maioria oriunda dos Estados Unidos. Do Brasil, são enviadas por ano 400 correspond­ências. Além das duas brasileira­s, há outros 20 falantes de português. Voluntária desde julho ■ Andreia Caetano, 45 anos, professora de Artes e uma das voluntária­s do Clube da Julieta, grupo que responde cartas de apaixonado­s Gabriel Cabral/folhapress de 2015, Andreia passou por entrevista e um período de experiênci­a no clube. “Nas primeiras cartas já senti muita emoção e a responsabi­lidade de ajudar, com uma palavra de afeto, uma pessoa Cerca de 75% das cartas são enviadas por mulheres, de todas as idades. A maioria delas é manuscrita, mas muitas chegam por email. O endereço é [email protected] com. que passa por um momento de sofrimento, de dor”, disse ela, casada há 22 anos e mãe de dois filhos. Ela recebe as mensagens que chegam por email ou cópias digitais de cartas. (Folha) (Folha) (Folha)

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