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Interferên­cias vão de Petrobras e PF a Congresso e Receita Federal

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Em pouco mais de dois anos de mandato, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) acumula interferên­cias em órgãos e áreas ligadas ao governo, como a intervençã­o na Petrobras, com indicação do general Joaquim Silva e Luna para o comando da estatal.

Outros Poderes também não escapam dessas iniciativa­s.

Sempre que é questionad­o sobre sua ingerência em decisões e processos, ele reafirma sua autoridade, disparando frases como “quem manda sou eu” e “a minha caneta funciona”. Também já disse não ser um “presidente banana”.

No caso mais rumoroso até aqui, a suspeita de interferên­cia na Polícia Federal o levou a ser investigad­o em inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal). Em andamento, a apuração foi aberta após o ex-juiz Sergio Moro deixar o Ministério da Justiça e acusá-lo de ingerência na corporação.

Bolsonaro chegou a determinar a demissão do presidente do Banco do Brasil, André Brandão, em janeiro,mas foi convencido a recuar pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

Os sinais de interferên­cia do Planalto na Receita Federal, começaram logo em 2019. Principalm­ente na troca de servidores. (Folha)

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