GRA­TE­FUL DE­AD

ALMANAQUE DO ROCK - EDIÇÃO DE COLECIONADOR - - Se­gun­da Era -

Se a psi­co­de­lia dos anos 60 pre­ci­sas­se no­me­ar um re­pre­sen­tan­te, es­se se­ria o Gra­te­ful De­ad. Pre­gan­do a paz, o amor e o cul­to ao LSD, o gru­po ca­li­for­ni­a­no é ado­ra­do até ho­je por uma le­gião de fãs au­to­de­no­mi­na­dos “de­adhe­ads”. Em ou­tras pa­la­vras, tor­nou-se um cul­to à par­te no uni­ver­so do rock com sua mis­tu­ra vi­a­jan­te de rock, folk, blu­es e coun­try, ba­se­a­da em jams in­ter­mi­ná­veis, mar­ca­das pe­lo im­pro­vi­so. Nos pri­mei­ros ál­buns ten­ta­ram le­var, sem su­ces­so, o cli­ma de vi­a­gem cós­mi­ca dos pal­cos pa­ra o es­tú­dio. Ape­nas em 1969, qu­an­do lan­ça­ram um ál­bum du­plo ao vi­vo, Li­ve/De­ad, con­se­gui­ram trans­por um pou­co de sua es­sên­cia pa­ra o vi­nil. Por ou­tro la­do, pas­sa­ram a gra­var sem a pre­o­cu­pa­ção de re­pe­tir as vi­a­gens que le­va­vam os de­adhe­ads a ou­tros pla­ne­tas, com is­so, ga­nha­ram res­pei­to co­mo gran­des mú­si­cos que eram, es­pe­ci­al­men­te o gui­tar­ris­ta Jer­ry Gar­cia. A ban­da che­gou a ter par­ti­ci­pa­ção me­mo­rá­vel em tur­nês e gra­va­ções com Bob Dy­lan, qua­se no fi­nal dos anos 80, e só en­cer­rou de­fi­ni­ti­va­men­te su­as ati­vi­da­des em 1995, com a mor­te de Jer­ry Gar­cia, um dos lí­de­res. Os de­mais in­te­gran­tes se­gui­ram fa­zen­do tra­ba­lhos pa­ra­le­los.

Ál­buns es­sen­ci­ais

• Anthem Of The Sun (1968)

• Li­ve/De­ad (1969)

• Skull & Ro­ses (1971)

• Blu­es For Al­lah (1975)

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