NEW OR­DER

ALMANAQUE DO ROCK - EDIÇÃO DE COLECIONADOR - - Quinta Era -

Após o fim do Joy Di­vi­si­on, em 1981, os mem­bros re­ma­nes­cen­tes con­vo­ca­ram a mis­te­ri­o­sa te­cla­dis­ta Gil­li­an Gil­bert e for­ma­ram o New Or­der. No pri­mei­ro ál­bum, ain­da re­a­pro­vei­tan­do ma­te­ri­al da fa­se an­te­ri­or, so­a­vam co­mo con­ti­nu­a­ção do Joy Di­vi­si­on, ape­nas um pou­co me­nos cri­a­ti­vos pe­la au­sên­cia de Ian Cur­tis. Mas is­so mu­da­ria a par­tir do tra­ba­lho se­guin­te, Power, Cor­rup­ti­on and Li­es, quan­do con­se­guem uma fe­liz fu­são do es­ti­lo pós-punk com a música ele­trô­ni­ca. O hit Blue Mon­day, com su­as ba­ti­das de bum­bo se­quen­ci­a­das, ain­da agi­ta pis­tas de dan­ça até ho­je e re­pre­sen­tou uma gran­de ino­va­ção tan­to pa­ra o pop rock co­mo pa­ra a dan­ce mu­sic. Low-Li­fe, o ál­bum se­guin­te, avan­çou um pou­co mais na fu­são. Já em Brotherho­od, op­ta­ram por fa­zer um la­do mais rock e ou­tro mais dan­ce (na épo­ca era LP, com la­do A e B). Em 1989, com Te­ch­ni­que, acer­tam a mão de no­vo, mas se­ria o úl­ti­mo gran­de tra­ba­lho do gru­po, ape­sar de ser o mais “dan­ce”. De­pois de uma pa­ra­da de três anos, em 1993, re­tor­nam com o me­di­a­no Re­pu­blic. Nos anos 90, o gru­po pra­ti­ca­men­te se se­pa­rou, com os in­te­gran­te se de­di­can­do a pro­je­tos so­los. Em 2001, sem Gil­bert, o New Or­der vol­tou à ati­va com o ál­bum Get Re­ady e, co­mo não po­de­ria dei­xar de ser, to­tal­men­te di­fe­ren­te, re­to­man­do as raí­zes mais pró­xi­mas do rock, com mais gui­tar­ras e ba­ti­das or­gâ­ni­cas. Fór­mu­la aper­fei­ço­a­da em Wai­ting for the Si­rens' Call, de 2005, e em Mu­sic Com­ple­te de 2015, o pri­mei­ro sem o bai­xis­ta Pe­ter Ho­ok, que dei­xou o New Or­de­rem 2007.

Ál­buns es­sen­ci­ais

• Mo­ve­ment (1981)

• Power, Cor­rup­ti­on and Li­es (1983)

• Low-Li­fe (1985)

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