As li­ções do bem de Bru­na Lom­bar­di

Ana Maria - - RECADINHO DA REDAÇÃO - Fabricio Pellegrino

Sim, es­ta­mos em ple­no ou­to­no e a ca­pa de Ana­ma­ria es­tá mais so­lar do que nun­ca. Afi­nal, é im­pos­sí­vel pen­sar em Bru­na Lom­bar­di, que veio abri­lhan­tar a edi­ção a pe­di­dos de vá­ri­as lei­to­ras, e dis­so­ciá-la do sol, da na­tu­re­za e da li­ber­da­de, que ela pre­ga e vi­ve em to­dos os âm­bi­tos. Mu­sa des­de sem­pre, de­di­cou boa par­te de sua exis­tên­cia à bus­ca por uma fe­li­ci­da­de es­pon­tâ­nea, equi­li­bra­da e le­ve. E não pen­sou du­as ve­zes em di­vi­dir su­as des­co­ber­tas co­nos­co em li­vros, fil­mes, pa­les­tras e em seu por­tal (re­de­fe­li­ci­da­de.com.br). Por on­de a loi­ra mag­né­ti­ca pas­sa se ins­ta­la um ar de con­tras­te en­tre o fu­ror que pro­vo­ca à sua vol­ta e a se­re­ni­da­de de sua pre­sen­ça. E dá aque­la von­ta­de de en­ros­car o bra­ço no de­la, sair ca­mi­nhan­do – se for em frequên­cia com a na­tu­re­za, me­lhor! – e per­gun­tar: co­mo bus­car uma vi­da as­sim, mais prós­pe­ra e fe­liz? E foi is­so que fi­ze­mos! Quer di­zer, não saí­mos por aí de bra­ços da­dos com Bru­na, es­sa par­te fi­cou na nos­sa fan­ta­sia, mas pe­di­mos as di­cas pa­ra uma vi­da mais prós­pe­ra. E ela pre­sen­te­ou vo­cê com con­se­lhos pa­ra co­me­çar a co­lo­car em prá­ti­ca as­sim que che­gar ao fim da ma­té­ria. Cor­re lá! Ou me­lhor: pa­re, pen­se, res­pi­re fun­do e pre­pa­re-se pa­ra ga­nhar qua­li­da­de de vi­da por meio de no­vas ações. Bei­jos!

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