Con­ver­sa en­tre ami­gas

Ana Maria - - MENSAGEM DA KARLINHA -

“Me for­mei e não con­si­go uma co­lo­ca­ção no mer­ca­do. To­dos di­zem que fiz uma es­co­lha ruim e que de­vo cur­sar ou­tra gra­du­a­ção. Vai ser mes­mo di­fí­cil atu­ar na mi­nha ci­da­de, mas amei o cur­so...”

G. C., por e-mail

Se al­guém es­co­lhe uma pro­fis­são ‘er­ra­da,’ tem que co­me­çar por ad­mi­tir o fa­to. Por­tan­to, o pri­mei­ro passo é res­pon­der a per­gun­ta: vo­cê con­cor­da que fez mes­mo a op­ção equi­vo­ca­da? Se sim, bo­ra lá par­tir pa­ra ou­tro de­sa­fio. Ago­ra, se tem cer­te­za de que a sua de­ci­são é a acer­ta­da, bo­ra lá se me­xer tam­bém e bus­car uma co­lo­ca­ção – aí vo­cê te­rá que dei­xar o co­mo­dis­mo de la­do e cor­rer atrás da opor­tu­ni­da­de, se­ja na sua ci­da­de ou em ou­tro lu­gar. Qu­an­do te­mos um ob­je­ti­vo, de­ve­mos per­cor­rer dis­tân­ci­as pa­ra al­can­çá-lo. Fi­car pa­ra­da a im­pe­de de pro­gre­dir. Em cer­tas si­tu­a­ções, ou vo­cê der­ru­ba a bar­rei­ra e en­fren­ta o des­co­nhe­ci­do ou con­ti­nu­a­rá a vi­ver as mes­mas coi­sas...

Sua ami­ga, Kar­li­nha

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