Ana Maria

A MORTE é o abraço do senhor

Todos devem refletir sobre o fim que aguarda cada pessoa, ou seja, a morte, apresentan­do-a como o momento do abraço com o Senhor

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A Igreja nos convida a fazer uma reflexão sobre o fim do mundo, o fim de cada um de nós, e o faz também o Evangelho, em que Lucas repete as palavras de Jesus: ‘O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão’. Reitero que tudo acabará, mas Ele ficará, e essas palavras o inspiraram para convidar cada um de nós a pensar sobre o momento do fim, isto é, sobre a morte.”

Nenhum de nós sabe exatamente quando acontecerá, ou melhor, com frequência temos a tendência a adiar o pensamento, acreditand­o-nos eternos, mas não é assim. Todos nós temos essa fraqueza de vida, essa vulnerabil­idade. Artigo publicado na revista Civiltà Cattolica diz, inclusive, que o que une todos nós é a vulnerabil­idade. É isso: somos iguais na vulnerabil­idade.”

Todos somos vulnerávei­s e a um certo ponto isso nos leva à morte. Por isso, vamos ao médico para ver como vai a nossa vulnerabil­idade física, outros vão ao psicólogo para curar alguma vulnerabil­idade psíquica... A vulnerabil­idade, portanto, nos une e nenhuma ilusão nos abriga.”

É necessário, portanto, preparar-se bem para o momento em que a campainha tocará, o momento em que o Senhor baterá à nossa porta. Rezemos um pelo outro para estarmos prontos, para abrirmos a porta com confiança ao Senhor que vem. Senhor, prepara meu coração para morrer em paz, com esperança. É isso que deve acompanhar a nossa vida: a esperança de viver com o Senhor aqui e, depois, do outro lado.”

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