Carros Clássicos (Brazil)

A DOCE HISTÓRIA DE UM SONHO

Algumas pessoas sentem a chuva. Outras só se molham.

- Roger Miller Mário Marinho

Parafrasea­ndo Roger Miller (essa frase é também atribuída a Bob Marley e a Bob Dylan), pode-se dizer que alguns carros possuem alma; outros, apenas motor; ou que alguns carros têm “ronco”; outros, apenas fazem barulho...

Essa é a principal, maior e imbatível diferença do Camaro para os outros carros que apenas exibem “músculos” como todo e qualquer muscle car: o espírito.

O Camaro chega aos 50 anos e em sua sexta geração está renovado, moderno, mais jovem do que nunca. E mais esportivo. Esse carro é a própria essência da Chevrolet, marca criada no comecinho dos anos 1900.

Enquanto as outras fábricas tentavam a qualquer preço ganhar o mercado norte-americano, um comerciant­e automotivo visionário, chamado William C. “Billy” Durant, associou-se a um engenheiro e piloto suíço apaixonado por mecânica e velocidade, chamado Louis Chevrolet, para projetar, fabricar e colocar no mercado automóveis refinados, de alto luxo.

Durant morreu um 1947, mas a General Motors (empresa que criou, reunindo diversas marcas de automóveis) manteve esta filosofia nos seus grandes Chevrolet, como a linha Bel Air, Corvette e Impala nos anos 1950 e 1960.

Foi assim que a GM colocou no mercado o Camaro em 1966. De lá para cá, as gerações foram se sucedendo com novos recursos, tecnologia­s, novidades e modernizaç­ões, mas sempre mantendo esse espírito de inovação no Camaro. É essa bela história que eu e o também jornalista Silvio Natacci contamos em mais essa publicação da On Line Editora. Abra a revista, passe página por página, saboreie o carro e ouça o seu “ronco”, forte e único.

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