Fes­ta da Colô­nia

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Nas fes­tas das colô­ni­as é que se per­ce­be o apre­ço do po­vo por sua cul­tu­ra e tra­di­ção. Em Gra­ma­do, na sua tra­di­ci­o­nal fes­ta, o que nos cha­mou a aten­ção foi a cri­a­ção de uma sa­la de au­la de dé­ca­das pas­sa­das on­de as cri­an­ças po­di­am as­sis­tir a uma “au­la”, sen­ta­das em ca­dei­ras iguais às usa­das pe­los bi­sa­vós.

Em ou­tro se­tor da fes­ta, uma co­zi­nha com for­no à le­nha e uten­sí­li­os de épo­ca en­tre­ti­nham gru­pos es­co­la­res que apre­ci­a­vam a cu­li­ná­ria de seus an­te­pas­sa­dos. Nos de­ta­lhes da fes­ta, na pre­o­cu­pa­ção dos or­ga­ni­za­do­res em en­tre­ter e edu­car, per­ce­be-se uma cri­a­ti­vi­da­de apai­xo­na­da e um res­pei­to enor­me pe­la his­tó­ria de vi­da das ge­ra­ções pas­sa­das.

A mes­ma pai­xão se en­con­tra na ci­da­de de No­va Pe­tró­po­lis, on­de a imi­gra­ção ale­mã foi in­ten­sa. Lá, as fes­tas têm o ob­je­ti­vo de sau­dar os pe­que­nos pro­du­to­res e manter vi­va a lem­bran­ça de su­as tra­di­ções. Na­da fi­ca de fo­ra: há o som das ban­di­nhas ale­mãs tí­pi­cas, os gru­pos de dan­ças e co­rais, os jo­gos ger­mâ­ni­cos, pre­gar o pre­go e cho­pe em me­tro. Além, é cla­ro, da cu­li­ná­ria e do ar­te­sa­na­to.

Vi­si­tar es­sas fes­tas re­gi­o­nais é uma ver­da­dei­ra imer­são em su­as raí­zes cul­tu­rais.

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