Er­va-ma­te

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Ori­gi­ná­ria do Sul do Brasil, tam­bém é co­mum na Ar­gen­ti­na, no Uru­guai, no Chi­le, na Bo­lí­via e no Pa­ra­guai. A plan­ta che­ga até 12 me­tros de al­tu­ra e sua re­pro­du­ção na­tu­ral se dá por meio dos pás­sa­ros. Os in­dí­ge­nas gua­ra­nis des­co­bri­ram o uso da er­va-ma­te, e os co­lo­ni­za­do­res es­pa­nhóis a ado­ta­ram co­mo be­bi­da. No sé­cu­lo XVI, foi proi­bi­da pe­los pa­dres je­suí­tas por ser con­si­de­ra­da a “er­va do di­a­bo”. A proi­bi­ção não du­rou mui­to, tan­to é que, em 1858, a er­va-ma­te já se tor­na­ra o sím­bo­lo da hos­pi­ta­li­da­de e da ami­za­de, des­de o ato do pre­pa­ro até o com­par­ti­lha­men­to da cuia. A cuia da er­va-ma­te é uma das ca­rac­te­rís­ti­cas da Re­gião Sul, on­de a be­bi­da é co­nhe­ci­da co­mo chi­mar­rão (com água quen­te) ou te­re­ré (com água fria).

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