As raí­zes re­pre­sen­ta­das pe­las co­res

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As­so­ci­a­ção de Ca­po­ei­ra Gru­po Senzala

O ca­po­ei­ris­ta Al­ber­to Jo­sé de Freitas, mais co­nhe­ci­do co­mo “Mes­tre Som­bri­nha”, re­si­de em Gu­a­ru­já des­de 1968 e há mais de 20 anos trans­mi­te seus co­nhe­ci­men­tos no es­por­te, pa­ra crianças, jo­vens e adul­tos, na As­so­ci­a­ção de Ca­po­ei­ra Gru­po Senzala, em Vi­cen­te de Car­va­lho. O es­por­te co­me­çou a fa­zer par­te de sua vi­da quan­do ele era ape­nas um ga­ro­to. Aos 10 anos, mes­mo sem co­nhe­cer os no­mes dos gol­pes, já trei­na­va com os ami­gos em Ita­juí­pe, na Bahia. Em 1964, Som­bri­nha dei­xa sua ci­da­de na­tal e qua­tro anos de­pois che­ga em Gu­a­ru­já. Aqui, ele co­nhe­ceu “Mes­tre Som­bra” e, em 1980, inau­gu­rou a As­so­ci­a­ção de Ca­po­ei­ra Gru­po Senzala. Des­de en­tão, Mes­tre Som­bri­nha já foi inú­me­ras ve­zes pa­ra os Es­ta­dos Uni­dos par­ti­ci­par de en­con­tros e con­fe­rên­ci­as so­bre a mo­da­li­da­de. Com a ca­po­ei­ra apren­deu mui­to mais do que se es­qui­var dos ad­ver­sá­ri­os. Ao in­vés dis­so, o pro­fes­sor vê no es­por­te uma im­por­tan­te fer­ra­men­ta pa­ra lu­tar pe­la pre­ser­va­ção da cul­tu­ra afro­bra­si­lei­ra e re­du­zir as de­si­gual­da­des so­ci­ais. O pro­fes­sor, ho­je con­ta com mui­tos alu­nos e tra­ba­lha com pes­so­as de to­das as ida­des. Se­gun­do ele, já a par­tir dos dois anos de ida­de é pos­sí­vel co­me­çar a apren­der os pri­mei­ros gol­pes des­ta ar­te mar­ci­al de ori­gem afri­ca­na.

Ro­da de Ca­po­ei­ra

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