“Ado­ro chei­ro de fê­mea”

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Vai­do­so, se­du­tor e as­se­di­a­do, o ser­ta­ne­jo Zezé Di Camargo faz con­fis­sões ina­cre­di­tá­veis so­bre seu pas­sa­tem­po pre­di­le­to: mu­lhe­res

ACREDITEM: ELE É QUA­SE UM QUARENTÃO, mas es­tá com um cor­pi­nho de 20! O ser­ta­ne­jo Zezé Di Camargo, 37 anos, não con­ta ape­nas com a na­tu­re­za pa­ra es­tar en­xu­to. Sem ten­dên­cia a en­gor­dar, ele ju­ra que man­tém o mes­mo de­sem­pe­nho se­xu­al da ju­ven­tu­de. Não be­be, não fu­ma e atu­al­men­te in­ves­te em rou­pas mais mo­der­nas e na mus­cu­la­ção pa­ra per­der o ar fran­zi­no dos tem­pos “ma­gros”.

“Ho­je não dei­xo na­da a de­se­jar a ne­nhum ga­ro­tão”, diz. A mu­lhe­ra­da já per­ce­beu. Tan­to que o as­sé­dio fe­mi­ni­no cres­ce a ca­da es­pe­tá­cu­lo e, na aca­de­mia ou fo­ra de­la, o que mais Zezé ou­ve é: “Tá me­lho­ran­do o que já é gos­to­so, hein!” O su­ces­so do cantor – que jun­to com o ir­mão, Lu­ci­a­no, já ven­deu 2 mi­lhões de có­pi­as do úl­ti­mo CD, Zezé Di Camargo e Lu­ci­a­no ao Vi­vo, em ape­nas dois me­ses – pa­ra o mar­tí­rio de sua es­po­sa, Zi­lu, tam­bém é gran­de no meio ar­tís­ti­co. “As fãs ela per­doa, mas odeia quan­do mu­lhe­res fa­mo­sas fi­cam pa­pe­an­do co­mi­go no ca­ma­rim.” Na entrevista a se­guir, no en­tan­to, Zezé não se aca­nha em fa­lar pi­can­te­men­te em fê­me­as que o atra­em e dá a me­di­da do que se­ria o seu pa­raí­so con­ju­gal.

O que as mu­lhe­res ve­em em vo­cê?

Ul­ti­ma­men­te, elas têm fa­la­do do meu bra­ço, do meu pei­to, que es­tou mais for­ti­nho. As fãs gos­ta­vam do meu bum­bum e das per­nas, por­que eu usa­va cal­ças mui­to agar­ra­das. Eram tão aper­ta­das que, quan­do ti­ra­va, o bi­chi­nho fa­la­va: “Ufa!”

Vo­cê é ma­chão?

Sou ma­cho. Não no sen­ti­do de que­rer bri­gar com to­do mun­do, mas no sen­ti­do de que ma­cho é quem gos­ta de mu­lher. Gos­to pra ca­ram­ba de mu­lher. Com ho­mem, não que­ro nem bei­ji­nho de boa-noi­te, mas com mu­lher to­po qual­quer pa­ra­da. O chei­ro da fê­mea me atrai mui­to. Me se­duz. Sou as­sim.

Mas ca­sa­do com a Zi­lu e fa­lan­do des­se jei­to dá a im­pres­são de que vi­ve um ca­sa­men­to aber­to. É ver­da­de?

Nun­ca es­con­di mi­nha si­tu­a­ção ci­vil nem os meus fi­lhos. Tem mui­to ar­tis­ta que faz is­so, ban­ca o sol­tei­ri­nho e es­con­de a fa­mí­lia pa­ra não per­der as fãs. Ga­ran­to que, se fos­se sol­tei­ro, com cer­te­za da­ria mui­to tra­ba­lho pa­ra a mu­lhe­ra­da, por­que não sou fá­cil, não! Mes­mo ca­sa­do te­nho de pen­sar mui­to na mi­nha fa­mí­lia, por­que gos­to de­mais des­sa re­la­ção ma­cho e fê­mea.

Ca­sa­men­to de­ve­ria ser um va­le-tu­do, en­tão?

A gen­te po­de­ria ser ca­sa­do, amar os fi­lhos e a mu­lher,

e tam­bém po­der fa­zer ou­tras coi­sas. Se­ria o ápi­ce. Daí, se me per­gun­tas­sem on­de é o céu, eu res­pon­de­ria: “É aqui!”

Que ti­po de mu­lher ba­lan­ça vo­cê?

Exis­tem dois ti­pos de be­le­za: tem a mu­lher lin­da e ma­ra­vi­lho­sa, que pa­re­ce o qua­dro Mo­na­li­sa, com tu­do cer­ti­nho, e tem a mu­lher que não é tão per­fei­ta, mas pas­sa sen­su­a­li­da­de, dá te­são.

Exem­plo.

A Xu­xa é ma­ra­vi­lho­sa, mas não tem a ima­gem da mu­lher fa­tal. Ela é de­se­nha­da, lin­da, mei­ga, do­ce...

Uma deu­sa, que não me atrai co­mo fê­mea.

Pa­re­ce com miss, uma be­le­za que não dá von­ta­de de to­car. Não é da­que­las mu­lhe­res que a gen­te olha e pen­sa “na­qui­lo”.

E quem se­ria o ou­tro ti­po?

A De­mi Mo­o­re é um te­são. Olho pa­ra ela e já me dá uma von­ta­de de mor­der a ore­lha, pu­xar o ca­be­lo, dar ta­pa na bun­da. É di­fe­ren­te.

Bra­si­lei­ra, ne­nhu­ma?

Tem vá­ri­as, mas se eu fa­lar [ri­sos]... Vo­cê quer me pe­gar, né? A Lui­za Bru­net me pas­sa es­sa coi­sa da be­le­za que dá von­ta­de de pe­gar, de to­car.

A Zi­lu tem ciú­me?

Das fãs, não! Elas po­dem pu­lar em ci­ma de mim, ras­gar mi­nha rou­pa, pu­xar meu ca­be­lo, que ela não in­ter­fe­re. Ela tem ciú­me do que ocor­re nos bas­ti­do­res, de ou­tras ar­tis­tas. Mas é des­ne­ces­sá­rio, por­que já pro­vei que ela é a mu­lher da mi­nha vi­da.

E vo­ce é ciu­men­to?

A Zi­lu sem­pre foi mui­to cer­ti­nha e a aten­ção de­la sem­pre foi vol­ta­da pa­ra mim. Às ve­zes, quan­do a ou­ço elo­gi­an­do um ca­ra na te­le­vi­são, fi­co me re­mo­en­do. Mas não de­mons­tro.

Já te­ve bri­gas?

Agres­são nun­ca, mas já dis­cu­ti­mos e já dor­mi no so­fá mui­tas ve­zes. Mas de­pois co­me­ça tu­do de no­vo, um en­cos­ta o pé no ou­tro, põe a mão, de re­pen­te es­ta­mos no mai­or lo­ve e com uma in­ten­si­da­de mai­or do que an­tes. Bri­gui­nhas api­men­tam a re­la­ção.

Co­mo é ter uma re­la­ção a dis­tân­cia por tan­to tem­po?

A ida pa­ra Mi­a­mi foi um mal que veio pa­ra o bem. Foi uma ques­tão de se­gu­ran­ça, mas de­pois des­co­bri ou­tras van­ta­gens. Ve­jo meu filho, Igor, fa­lan­do in­glês, ad­qui­rin­do ou­tra cul­tu­ra... A Zi­lu e as me­ni­nas tam­bém cres­ce­ram mui­to mo­ran­do lá.

Eles es­tão gos­tan­do?

Nos três pri­mei­ros me­ses, cho­ra­mos mui­to. Ima­gi­na uma cri­an­ça de 5 anos nu­ma sa­la de au­la on­de to­dos só fa­lam in­glês. Quan­do ele que­ria ir ao ba­nhei­ro, ti­nha de pe­dir em in­glês. Foi um trau­ma que pas­sou.

O se­gre­do de um ca­sa­men­to fe­liz é a dis­tân­cia?

Quan­do vo­cê gos­ta do fun­do do co­ra­ção, a dis­tân­cia não atra­pa­lha. Meu pen­sa­men­to, meu co­ra­ção, mi­nha al­ma es­tão com ela. Só nos­sos cor­pos es­tão se­pa­ra­dos.

En­tão a dis­tân­cia lhes fez bem?

Aju­dou a nos co­nhe­cer­mos me­lhor, a sa­ber que nos­so ca­sa­men­to tem es­tru­tu­ra. Che­ga­ram a li­gar pa­ra a mi­nha mu­lher, di­zen­do que eu ti­nha ou­tra, mas ul­tra­pas­sa­mos tu­do is­so.

Às ve­zes di­zem que seu ca­sa­men­to não é só­li­do...

É pu­ra fo­fo­ca. Es­tou a 7 mil km da mi­nha mu­lher e a gen­te se fa­la to­dos os di­as. Já tran­sei nes­se pe­río­do com ela por te­le­fo­ne. Um ca­sa­men­to de 18 anos em que acon­te­ce is­so até ho­je não é só­li­do?

Já traiu a Zi­lu?

O que é trai­ção, pen­sar é? Se es­ti­ver me per­gun­tan­do nes­se sen­ti­do, já traí.

Es­tou per­gun­tan­do no sen­ti­do do ma­cho e da fê­mea. [Ri­sos] Se ti­ves­se traí­do, ja­mais fa­la­ria. Não sou lou­co. Es­sa res­pos­ta vo­cê nun­ca vai ti­rar de mim e nem de ou­tro ho­mem.

O que le­va­ria vo­cê a trair?

A ten­ta­ção é um tes­te diá­rio. Eu lhe di­go que não es­tou mor­to. O ho­mem tem o ins­tin­to de ser um eter­no pre­da­dor. A mu­lher é a ca­ça.

A car­ne é fra­ca?

O ho­mem sem­pre tem dois olha­res pa­ra a mu­lher. En­xer­ga o nor­mal e tam­bém co­mo ela se­ria as­sim ou as­sa­do. Sem­pre tem o olhar que as des­pe.

Sen­te ciú­me de su­as fi­lhas, Wa­nes­sa e Camilla?

Já sen­ti mais. Quan­do a Wa­nes­sa co­me­çou a na­mo­rar, nem dor­mia. Que­ria que os três fi­lhos fos­sem ho­mens. Mas a mi­nha pre­o­cu­pa­ção atu­al é em re­la­ção a dro­gas. Te­nho me­do dis­so.

Quer que seus fi­lhos se­jam ar­tis­tas?

Fi­ca­ria fe­liz, mas não in­ter­fi­ro. Acho que a Wa­nes­sa vai ser can­to­ra. Ela tem ta­len­to e mu­si­cal­men­te es­tá bem à fren­te de mim. Ela faz par­te de um co­ral res­pei­ta­dís­si­mo na Fló­ri­da [Es­ta­dos Uni­dos], já fez vá­ri­as apre­sen­ta­ções e não es­tá lá por­que é fi­lha do Zezé Di Camargo.

Co­mo li­da com o su­ces­so?

Fui um ca­ra que não ti­nha na­da e pas­sa­va des­per­ce­bi­do em to­dos os lu­ga­res. De re­pen­te, tu­do mu­dou. As pes­so­as que eu via na te­le­vi­são são as mes­mas que ho­je ve­jo na pla­teia dos meus shows. Pas­sar por es­se tes­te sem me des­lum­brar é um mé­ri­to meu e da Zi­lu.

Foi o amor que se­gu­rou a sua on­da?

A Zi­lu é um pro­je­to da mi­nha vi­da até o úl­ti­mo mi­nu­to.

Vo­cê sem­pre foi vai­do­so?

Vai­da­de é es­sen­ci­al na vi­da do ser hu­ma­no, faz par­te do bem-es­tar. Mas não po­de ser ex­ces­si­va, do ti­po an­dar com es­pe­lhi­nho no bol­so. Daí vi­ra do­en­ça.

Le­van­to ce­do, to­mo ba­nho e pas­so um gel­zi­nho no ca­be­lo. Tro­co de rou­pa três ou qua­tro ve­zes por dia.

Mas se acha lin­do, não?

Cla­ro, se não me achar, quem vai achar? Faz par­te do pra­zer de es­tar vi­vo. Se vo­cê olhar no es­pe­lho e não gos­tar do que es­tá ven­do, na­da mais faz sen­ti­do. Tem de se dar va­lor!

Quan­tas ho­ras de gi­nás­ti­ca faz por dia?

De uma ho­ra e meia a du­as ho­ras. Não pra­ti­co a par­te ae­ró­bi­ca [bi­ci­cle­ta, es­tei­ra...] por­que te­nho ten­dên­cia a per­der pe­so. Já nos exer­cí­ci­os lo­ca­li­za­dos pe­go

fir­me pa­ra ga­nhar mas­sa mus­cu­lar. Au­men­tei meu pe­so em 3 kg e es­tou gos­tan­do de trei­nar pe­sa­do.

Já le­van­to 60 kg no pei­to.

Sua pre­o­cu­pa­ção es­té­ti­ca tem a ver com a ida­de?

Não é a ida­de, é o bem-es­tar. Me sin­to pri­vi­le­gi­a­do pe­lo meu bió­ti­po. Nun­ca pin­tei o ca­be­lo e não te­nho nem um fio bran­co. Tam­bém não en­gor­do fá­cil e as pes­so­as sem­pre me acham mais no­vo do que sou.

Fa­ria li­po­as­pi­ra­ção?

Não. É uma agres­são mui­to gran­de ao cor­po. Sou di­fe­ren­te dos ou­tros ser­ta­ne­jos [ele re­fe­re-se a Le­o­nar­do, Chi­tão­zi­nho e ao pró­prio ir­mão, Lu­ci­a­no, que pas­sa­ram re­cen­te­men­te pe­la ci­rur­gia]. Pre­fi­ro fa­zer di­e­ta, gi­nás­ti­ca ae­ró­bi­ca ou cor­rer.

E plás­ti­ca, o que mu­da­ria em seu cor­po?

Pa­ra quem de­pen­de da ima­gem pa­ra so­bre­vi­ver, a plás­ti­ca é ine­vi­tá­vel. Te­rei de pen­sar nis­so, mas só em 15 anos. Sin­to von­ta­de de cor­ri­gir uma ci­ca­triz que te­nho do la­do es­quer­do do ros­to. Não é pé de ga­li­nha, não! Quan­do cri­an­ça, so­fri um acidente de car­ro e fi­quei com um ca­co de vi­dro no ros­to.

Usa pro­du­tos de be­le­za?

Ne­nhum. Nun­ca pas­sei um cre­me no ros­to, no cor­po ou na mão. Não sou che­ga­do a es­sas fres­cu­ras.

E pro­ble­mas de que­da de ca­be­lo?

Gra­ças a Deus, não te­nho. E olha que la­vo a ca­be­ça com o pri­mei­ro xam­pu que en­con­trar. Ho­je mes­mo la­vei com sa­bo­ne­te. Es­ta­va mo­lha­do e o xam­pu, lon­ge, pen­sei: não vou pe­gar nem a pau.

Pre­gui­ço­so, hein! Qual a sua ro­ti­na quan­do não tem show?

Em ge­ral, fi­co com­pon­do até de ma­dru­ga­da. Daí dur­mo até o meio-dia, le­van­to, al­mo­ço e saio pa­ra fa­zer gi­nás­ti­ca. Quan­do vol­to pa­ra ca­sa, ve­jo te­le­vi­são.

A que vo­cê as­sis­te na TV?

Só gos­to de es­por­tes e jor­na­lis­mo. Sou o in­ver­so do meu ir­mão, Lu­ci­a­no, não su­por­to novela. Tam­bém não aguen­to pro­gra­mas in­fan­tis e cu­li­ná­ri­os, por­que a gen­te en­gor­da só de as­sis­tir.

Qual a fon­te de ins­pi­ra­ção na ho­ra de com­por?

A úl­ti­ma mú­si­ca que fiz, Sem Vo­cê, re­su­me bem a fal­ta que a Zi­lu me faz. A le­tra diz: “Sem vo­cê não tem amor de ma­dru­ga­da/ Sem vo­cê não tem cha­me­go, luz apa­ga­da/sem vo­cê só fi­ca o tra­po, ho­mem de rua/es­tou mor­ren­do e a cul­pa é sua”.

E es­se seu no­vo vi­su­al, mais mo­der­no, sem aque­les cin­tos de fi­ve­la gran­de e cal­ças agar­ra­di­nhas?

Mi­nha mu­lher, a Zi­lu, é a res­pon­sá­vel por es­sa gran­de mu­dan­ça. Em ju­lho vai fa­zer um ano que ela se mu­dou com nos­sos três fi­lhos [Wa­nes­sa, 17 anos, Ca­mi­la, 14, Igor, 6] pa­ra Mi­a­mi. En­tão ela co­me­çou a vi­a­jar, ter aces­so às me­lho­res gri­fes e com­prar mi­nhas rou­pas. Me aju­dou mui­to.

Quais são os no­vos pro­je­tos da du­pla?

Va­mos gra­var uma mú­si­ca em es­pa­nhol com o Julio Igle­si­as. Te­mos tam­bém a in­ten­ção de lan­çar um dis­co em es­pa­nhol.

Co­mo é tra­ba­lhar com o Lu­ci­a­no?

Mui­to bom, por­que so­mos ir­mãos. Já ti­ve­mos de­sa­ven­ças, mas na­da que cau­sas­se trau­mas. São di­ver­gên­ci­as su­pe­rá­veis.

Por ser mais ve­lho, vo­cê o con­tro­la?

Sim, mas quan­do es­tou er­ra­do vol­to atrás.

O di­nhei­ro traz fe­li­ci­da­de?

Quem fa­la que não, men­te. Di­nhei­ro foi fei­to pa­ra tra­zer coi­sas bo­as, é uma con­sequên­cia do tra­ba­lho. Mas a me­lhor coi­sa é po­der dar es­ta­bi­li­da­de pa­ra a mi­nha fa­mí­lia. Quan­do so­nhei que meu pai, na ve­lhi­ce, ia ter es­sa tran­qui­li­da­de? Is­so é fe­li­ci­da­de!

Zezé ao la­do do in­se­pa­rá­vel ir­mão, Lu­ci­a­no. Em bre­ve, a du­pla com­ple­ta 30 anos de es­tra­da na mú­si­ca ser­ta­ne­ja

“A Zi­lu sem­pre foi mui­to cer­ti­nha e a aten­ção de­la sem­pre foi vol­ta­da pa­ra mim”

“Fui um ca­ra que não ti­nha na­da e pas­sa­va des­per­ce­bi­do em to­dos os lu­ga­res”

“Nun­ca pas­sei um cre­me no ros­to, no cor­po ou na mão. Não sou che­ga­do nes­sas fres­cu­ras”

Em ge­ral, fi­co com­pon­do até de ma­dru­ga­da. Daí dur­mo até o meio-dia, le­van­to, al­mo­ço e saio pa­ra fa­zer gi­nás­ti­ca.

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